La Bruja
Tú, témpano helado
Siempre ardiente
Tú, falsedad auténtica
Grandilocuente
Tú, esperanza yerta
Jamás ausente
Tienes el poder apócrifo de ser
Nada y a la vez importante
Acaba este viaje
Mariposa sideral, alrededor de diez
Rotondas órbitas, tú tiras y aflojas
Impones como juez
No vale la moral, en tu mundo al revés
Zigzag tan letal
No eres esa estrella
O ese astro cándido
Tan solo luciérnaga
Espectáculo básico
Creyendo ser nobleza
Royendo cada idea
Estúpida proeza
Absurda panacea
Sal ya de mi cabeza
Tienes tanto tiempo
Atlante tenebrosa
Negra mariposa
Intoxica tu total sombra
Me taladra tu torpe trato
Pues tú eres toda tan tibia
O titilas tras todo estandarte
Rogando tenaz tanta tragedia
Teniéndote tú por importante
Aún tal vez tengas suerte
No tatúo tontas tretas
Tanto trabajo triste termina
Entre tanta tácita teoría
A Bruxa
Você, bloco de gelo
Sempre ardente
Você, falsidade genuína
Grandiloquente
Você, esperança morta
Nunca ausente
Tem o poder falso de ser
Nada e ao mesmo tempo importante
Acabe com essa viagem
Borboleta sideral, por volta de dez
Rotatórias órbitas, você puxa e solta
Impondo-se como juíza
Não vale a moral, no seu mundo ao contrário
Zigzag tão letal
Você não é aquela estrela
Ou aquele astro inocente
Apenas uma vagalume
Espetáculo básico
Acreditando ser nobreza
Roendo cada ideia
Estúpida proeza
Absurda panaceia
Saia já da minha cabeça
Você tem tanto tempo
Atlante tenebrosa
Borboleta negra
Intoxica sua sombra total
Me fere seu trato desajeitado
Pois você é toda tão morna
Ou brilha atrás de todo estandarte
Implorando tenaz tanta tragédia
Se achando importante
Ainda talvez tenha sorte
Não tatuei tretas bobas
Tanto trabalho triste termina
Entre tanta teoria tácita
Composição: El Compa Walter