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Subterrâneo

El Diario de Hank

Súbterraneo

Bajo el subterráneo dos sombras conversan
Protestan, defienden con tal ligereza
¿Quién cayó?
¿A quién lloré?
¿A quién le debo esta vida distinta? ¿A quién?

Acordes modernos a esta nueva era
Domingos de infancia que olvido y me encuentran
¿Quién cayó?
¿A quién lloré?
¿A quién le debo esta vida distinta? ¿A quién?

Recuerdos plagados de alcohol e inconsciencia
No es acerca de mí, cuando te pude ver
Ruidos de cristal no eres más que un buen problema
Sé que me confundí, sucedió al verte bien
Miramos siempre atrás la violencia entre cadenas
Al uso a tu obsesión, por ser igual a Dios
Me odio al preguntar si es que nada me interesa
Prometes responder, insistiendo en la eternidad
Pronto se van a detener

Con miedo me evitas con miedo me aceptas
Recreas un sueño un momento un mal día es hoy
Consigo tenerte y te olvido en la mesa
De un loco poeta que escribe en el Sol
No hay remedio al ser quien soy

Subterrâneo

Debaixo do subterrâneo duas sombras conversam
Protestam, defendem com tanta leveza
Quem caiu?
A quem eu chorei?
A quem eu devo essa vida diferente? A quem?

Acordes modernos para essa nova era
Domingos de infância que esqueço e me encontram
Quem caiu?
A quem eu chorei?
A quem eu devo essa vida diferente? A quem?

Lembranças cheias de álcool e inconsequência
Não se trata de mim, quando pude te ver
Ruídos de vidro não são mais que um bom problema
Sei que me confundi, aconteceu ao te ver bem
Sempre olhamos pra trás a violência entre correntes
Ao uso da sua obsessão, por ser igual a Deus
Me odeio ao perguntar se nada me interessa
Promete responder, insistindo na eternidade
Logo vão parar

Com medo você me evita, com medo você me aceita
Recria um sonho, um momento, um dia ruim é hoje
Consigo te ter e te esqueço na mesa
De um poeta maluco que escreve ao Sol
Não há remédio para ser quem sou