Rap Para El Borondo (feat. Noiseferatu)
¿Cómo empezar? No sé, sigo sin mente
Jugando a ser artista sin saber lo que me encuentre
En esta pista rompe-nucas, me educo con un copo
Me ocupo, no me preocupo
Me dedico a plasmar todo tipo de ideas
Que atrapo, destripo y después escupo
No busco un cupo y con poco de esto muestro que vamos al soco
Pide socorro
Mientras el saco del saco pa' dejarlo seco
No se confunda
Que lo que abunda es rap para el borondo
Ando devorando plan de plon
Sin clásico cada renglón me está enseñando
Cuando ves que las primeras rimas te parecen leves
Le ves sentido y sientes que debes llevar esto a la vejez
Pa' hacer que crezca
En busca de enmascarar lo que produce y estar tranquilo
Hacer lo que me plazca, tirar escape, emboscar el dilo
No tengo un as bajo la manga
Pero en una manga saco unas cuanto pa' confundi'lo
Consigo con mi combo de combate callar el bocón
Basta con un feat para fundi'lo
Un clavado de cabeza a la batera
Con rimas en ramos llega mi musa la ramera
La partera de la cantera de piedras en mi hipotálamo
El Rapiphero, Magno, megalómano melómano
Un trovador, me imagino las palabras como teclas y soy Rajmáninov
El efecto dominó del efecto que domino, no
Es redundancia sino estado de ánimo y constancia
One love, amor de anónimo en forma de vómito indómito
Hacerlo sin pensar resulta más bonito
Descartes a Descartes, esto es sum ergo cogito, no mente
Ah, lo dice el samurái de Occidente
No espero na' de na', siempre será más conveniente
Sí creo más en el verbo de crear que creer
Porque la voz que me habla miente y yo le coreo
Pasando el rato la calle pateo
Me doy cuenta que el dinero es el Dios Está que no ateos
En todos los lados, su presencia es fuerte
Manipulando los sorteos entre la vida y la muerte
Es una rampa hacia la trampa en la que caen
Mucho se llevan y poco traen
Siempre se significa sobre la sed que tiene el pueblo
Que lanza rezos a un Dios con cara de pesos
Cómplice de la necesidad y los excesos
De la especie que desprecia lo que tiene
Nunca se detiene
¿Qué es lo que pasa?
Están de caza en busca de su riqueza
Esperando resultados
Pero nunca empiezan
El tiempo pasa y pesa
Luego nos pisa, sereno posa
Junto a una rosa se ahoga la risa
Mientras otros rezan, uno menos pa' la raza
Esto es lo que pasa y no se espera
Hay quien le echa mucha mente y no prospera
Al final de cuentas inocente la gente muere y no se entera
No trague entero, no se altere, no habrá rescate
Relájese y no espere a que lo atrape
Para volver a vivir es menester que te maten
Si no es mi corazón sino mi cerebro el órgano que late
Que me decapiten, pues no merecería el honor de morir en combate
En mi país sobra lo populi, pero no hay vox
Estos pobres humanos
No encontrarán balance con un Yox
Yo solo compraría periódicos por historietas de Mafalda o Calvin y Hobbes
Somos lo que salió de Tánatos
Eros y Cronos en cromosomas resumidos
Cuéntale a tu Dios, aquí están sus hijos
Pagando pecados en bancos, no en crucifijos
En la niebla revolcándome en mi blues
Pronto habrá guerra y tus descendientes serán Mambrús
Apatía y no cinismo
Hay muchos colores y todo sabe a lo mismo
Como una taza de Froot Loops
Como sus poses de embusteros
Esto no es revolución, es una sesión de machetazos de comuneros 2. 0
Esto no se aprende en semilleros
(¡Pla, pla, pla!)
Jose y el Rapiphero
(Oh)
Más caras con máscaras más caras
(Oh)
Sí, sí, sí
(Oh... Oh, oh, oh)
(ErreYPe para tu ErreAPe)
(ErreYPe para tu ErreAPe)
(ErreYPe para tu ErreAPe)
(Hijos de pu y de perr...)
Rap Para O Borondo (feat. Noiseferatu)
Como começar? Não sei, sigo sem pensar
Brincando de ser artista sem saber o que encontrar
Nesta pista quebra-nuca, me educo com um copo
Me ocupo, não me preocupo
Me dedico a colocar todo tipo de ideia
Que prendo, destruo e depois cuspo
Não busco um espaço e com pouco disso mostro que vamos pro soco
Pede socorro
Enquanto o saco do saco pra deixar seco
Não se confunda
Que o que abunda é rap pro borondo
Tô devorando plano de plon
Sem clássico, cada linha me ensina
Quando vê que as primeiras rimas parecem leves
Vê sentido e sente que deve levar isso pra velhice
Pra fazer crescer
Em busca de mascarar o que produz e ficar tranquilo
Fazer o que me dá na telha, dar um escape, emboscar o dito
Não tenho um trunfo na manga
Mas numa manga tiro uns pra confundir
Consigo com meu combo de combate calar o bocão
Basta um feat pra fundir
Um mergulho de cabeça na bateria
Com rimas em ramos chega minha musa, a rabeira
A parteira da mina de pedras no meu hipotálamo
O Rapiphero, Magno, megalômano melômano
Um trovador, imagino as palavras como teclas e sou Rajmáninov
O efeito dominó do efeito que domino, não
É redundância, mas sim estado de ânimo e constância
One love, amor anônimo em forma de vômito indômito
Fazer sem pensar fica mais bonito
Descartes a Descartes, isso é sum ergo cogito, não mente
Ah, diz o samurai do Ocidente
Não espero nada de ninguém, sempre será mais conveniente
Sim, acredito mais no verbo de criar do que em crer
Porque a voz que me fala mente e eu a coreo
Passando o tempo, a rua eu piso
Percebo que o dinheiro é o Deus que não é ateu
Em todo lugar, sua presença é forte
Manipulando os sorteios entre a vida e a morte
É uma rampa pra armadilha em que caem
Muito levam e pouco trazem
Sempre se fala da sede que o povo tem
Que lança orações a um Deus com cara de grana
Cúmplice da necessidade e dos excessos
Da espécie que despreza o que tem
Nunca para
O que tá acontecendo?
Estão caçando sua riqueza
Esperando resultados
Mas nunca começam
O tempo passa e pesa
Depois nos pisa, sereno posa
Junto a uma rosa se afoga a risada
Enquanto outros rezam, um a menos pra raça
Isso é o que acontece e não se espera
Tem quem pensa demais e não prospera
No final das contas, inocente a gente morre e não se dá conta
Não engula inteiro, não se altere, não haverá resgate
Relaxe e não espere ser pego
Pra voltar a viver é preciso que te matem
Se não é meu coração, mas meu cérebro o órgão que bate
Que me decapitem, pois não mereceria a honra de morrer em combate
No meu país sobra o populi, mas não há vox
Esses pobres humanos
Não encontrarão equilíbrio com um Yox
Eu só compraria jornais por histórias de Mafalda ou Calvin e Hobbes
Somos o que saiu de Tânatos
Eros e Cronos em cromossomos resumidos
Conte ao seu Deus, aqui estão seus filhos
Pagando pecados em bancos, não em crucifixos
Na neblina me revirando no meu blues
Logo haverá guerra e seus descendentes serão Mambrús
Apatia e não cinismo
Tem muitas cores e tudo sabe igual
Como uma tigela de Froot Loops
Como suas poses de mentirosos
Isso não é revolução, é uma sessão de machetadas de comuneros 2.0
Isso não se aprende em viveiros
(¡Pla, pla, pla!)
Jose e o Rapiphero
(Oh)
Mais caras com máscaras mais caras
(Oh)
Sim, sim, sim
(Oh... Oh, oh, oh)
(ErreYPe pra seu ErreAPe)
(ErreYPe pra seu ErreAPe)
(ErreYPe pra seu ErreAPe)
(Filhos de pu e de perr...)