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Isso rua que

El Paisa

Que Calle Aquella

De todo corazón, esta cáncion es pa ella (pa ti)
Si si si

Que calle aquella, eeeella
Ya no es tan bella como estrella
Y es que el dolor en su almá ha dejado huella
Doncella, ahora eres una plebella
Tus héridas no sanan
No sicátrizan no sellan

Ella
Ya no es tan bella como estrella
Y es que el dolor en su almá ha dejado huella
Doncella, ahora eres una plebella
Tus héridas no sanan
No sicátrizan no sellan

Ella no es la de ayer, no es pura tampoco inocente
Ella pica, arde, quema, casi siempre está caliente
Su dulzura se perdió, ya casi nadie la recuerda
La muerté reina en su alma ten cuidao con que te muerda
Está adolida dignidad, perdida atrevida vida
Se alimenta de dolor, no cierran sus heridas
Encendida, la llama, trama en su corazón
Corazón que pierden los latidos támbien la razón
Le dan baños de sangre, de lágrimas de llanto
Vive en el espanto, ha perdido el encanto
Sus pétalos cayeron, hay más espinas que rosas
La envidia, las armas la volvieron rencorosa
Me quisiera disolver como el humo del cigarrillo
Y recorrer los oscuros pasillos de su castillo
Cicátrisar heridas que atravesaron con lanza
Más rap, menos sangre, calle y esperanza

Ella
Ya no es tan bella como estrella
Y es que el dolor en su almá ha dejado huella
Doncella, ahora eres una plebella
Tus héridas no sanan
No sicátrizan no sellan

Fría poesía, melancolía mía
Parecé alentagonía y tu falta de alegría
No se unda, yó se muy bien que el dolor abunda
Miéntras muchas drogas tu arterias las inundan
Respiro, te miro, ya no eres el safiro
En silencio digo que te quiero en un triste suspiro
Reacciona, esta guerra nunca se abandona
Hoy llegá tu cómplice una tal pelona
Y hay muerte, muerte,muerte
En su alma no hay calma
Récive cadáveres, nunca recive palmas
Eres mi eje, me piden que te deje, que me aleje
Dicen que eres traidora, que usted no me protege
Yá se lláma calle, ya la conoce cualquiera
Nunca será la dulce niña que eraa
A veces clara, otras veces oscura
Olvído la ternura al maquillarse con basura
Locura, pura travesura en su negrura
Muchos la conocen porque la calle está dura

Ella
Ya no es tan bella como estrella
Y es que el dolor en su almá ha dejado huella
Doncella, ahora eres una plebella
Tus héridas no sanan
No sicátrizan no sellan

La, la, lanza pe record
Doce once en el beat
Humo de rima en la casa
El pa pa paisa
(Esto es pa ella, pa to esos hombres
Que viven enamoraos de la calle)

Que calle aquella, que calle aquella
El pa pa paisa

Isso rua que

Felizmente, essa música é seu pa (pa ti)
Sim sim sim

Isso rua que, eeeella
Já não é tão bonito como estrela
E a dor em sua alma deixou a sua marca
Donzela, agora você é um Plebella
Suas feridas não se curam
Sem sicátrizan não selar

ela
Já não é tão bonito como estrela
E a dor em sua alma deixou a sua marca
Donzela, agora você é um Plebella
Suas feridas não se curam
Sem sicátrizan não selar

Ela não é de ontem, nem puro nem inocente
Ela coça, queimaduras, queimaduras, quase sempre quente
Sua doçura estava perdido, e quase ninguém se lembra
Morte reina em sua alma dez Cuidao com mordida você
É adolida dignidade, a vida desafiando perdida
Alimenta-se de dor, não feche suas feridas
Queimadura, chama, quadro em seu coração
Eles perdem o coração que bate também a razão
Eles dão banhos de sangue, chorando lágrimas
Mora em terror, perdeu o encanto
Suas pétalas caíram, mais espinhos do que rosas
A inveja, as armas entregues rancorosa
Gostaria de dissolver como fumaça de cigarro
E passear pelos corredores escuros de seu castelo
feridas Cicátrisar perfurado com lança
Mais rap, menos sangue, rua e esperança

ela
Já não é tão bonito como estrela
E a dor em sua alma deixou a sua marca
Donzela, agora você é um Plebella
Suas feridas não se curam
Sem sicátrizan não selar

poesia frio, minha melancolia
Parece alentagonía e sua falta de alegria
não Unda, vai Eu sei muito bem que a dor abunda
Embora muitas drogas suas artérias da inundação
Respiração, eu olho, você não é mais o Safiro
Silenciosamente eu digo que eu amo em um suspiro triste
Talk, esta guerra nunca sai
Hoje vem o seu cúmplice sobre um Pelona
E há morte, morte, morte
Em sua alma há calma
cadáveres recive, não recive palmas
Vocês são meus eixo, deixe-me perguntar-lhe, me afastado
Eles dizem que você é um traidor, você não me proteger
Yá rua é chamado, e qualquer conhecidos
Ele nunca mais será o pequeno doce ERAA menina
Às vezes claro, às vezes escuro
ESQUECEU ternura para a composição com lixo
Loucura, maldade pura em sua negritude
Muitos sabem que a rua é difícil

ela
Já não é tão bonito como estrela
E a dor em sua alma deixou a sua marca
Donzela, agora você é um Plebella
Suas feridas não se curam
Sem sicátrizan não selar

La, la, lança registro pe
Doze onze a batida
Rima fumaça na casa
O paisa pa pa
(Este é o seu pa, pa a esses homens
Apaixone-se que vivem na rua)

Que essa rua, que rua que
O paisa pa pa