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Nem uma única parada

El Reno Renardo

Ni Una sola parada

Estoy gritando y el tío ni se entera
Ya se ha pasado otra gasolinera
Pero ¿dónde vas? Me estoy defecando
Dime capullo porqué no hemos parado
6, 7 horas llevamos de camino
Y yo tan solo quiero plantar un pino
¡Pero de que vas! ¡Ay!, que me desmayo
Es lo que pasa después de tantos callos.
Como una abeja con el aguijón fuera
Desesperado, se intuye cagalera
Me recorre un sudor frío
Que sobrecoge mi bolsa escrotal
Ni una sola parada
Me estoy jiñando encima autobusero
Yo quiero echar el tronco al aserradero
O voy a fenecer
Ni una puta parada
Peligrosamente asoma la rata
Y yo tan solo anhelo
Poner un fax al rey
Hemos pasado Zaragoza y Tudela
Y yo con ganas de liberar a Mandela
Ya no aguanto más, voy a echar la pesa
Y me la suda que sea tan inmensa
Oigo un rugido en mi duodeno
Se escapa un cuesco que suena como un trueno
Volatil como el tolueno
Es evidente que no hay marcha atrás
No puede ser, ¡Qué follón!
Voy a plantarlo en el sillón
No sé si venderlo o si debo
Donarlo a la ciencia
Ni una sola parada
Me estoy jiñando encima autobusero
Yo quiero echar el tronco al aserradero
O voy a fenecer
No lo tomes a risa
A ver si por gracioso uso tu camisa
Para limpiarme el culo
Que ya empieza a ceder

Nem uma única parada

Estou gritando e o motorista nem percebe
Já passamos por outro posto de gasolina
Mas onde você vai? Estou me cagando
Me diz, seu idiota, por que não paramos?
6, 7 horas na estrada
E eu só quero plantar uma árvore
Mas do que você tá falando! Ai, vou desmaiar
É o que acontece depois de tantos calos.
Como uma abelha com o ferrão de fora
Desesperado, dá pra sentir que vou cagar
Um suor frio me percorre
Que deixa meu saco em choque
Nem uma única parada
Estou me cagando em cima, motorista
Quero jogar o tronco no serralheiro
Ou vou morrer
Nem uma maldita parada
Perigosamente aparece a ratazana
E eu só anseio
Mandar um fax pro rei
Passamos por Zaragoza e Tudela
E eu com vontade de libertar Mandela
Não aguento mais, vou soltar a pesada
E dane-se que seja tão imensa
Ouço um rugido no meu duodeno
Escapa um peido que soa como um trovão
Volátil como o tolueno
É evidente que não tem volta
Não pode ser, que bagunça!
Vou plantar isso no sofá
Não sei se vendo ou se devo
Doar pra ciência
Nem uma única parada
Estou me cagando em cima, motorista
Quero jogar o tronco no serralheiro
Ou vou morrer
Não leve na brincadeira
Acho que por ser engraçado vou usar sua camisa
Pra limpar meu traseiro
Que já tá começando a ceder

Composição: