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Minha Pátria nos Meus Sapatos

El Último de la Fila

Mi patria en mis zapatos

Jamás he podido respetar esas extrañas leyes.
Jamás lo podré disimular,
luna vuela y hazme a mi volar.
Estás tan lejos de mí que a veces pienso que nunca te encontré.
Un mundo extraño, dormido, a punto siempre de estallar.
Digo que volveré, primero debo aprender a caminar.
Sin ti sobreviviré, muy lejos tu nombre me acompañará.

Mi patria en mis zapatos, mis manos son mi ejército;
nace luna fría, nace y hazme olvidar.
Mírame, soy provisional;
tú también y nadie te comprenderá.
Quédate un minuto más;
luna azul descansa y hazme descansar.

Correré y gritaré si realmente queda algo que gritar
Lucharé y conquistaré si en verdad queda algo por conquistar.
Hablar donde las palabras mueren; mis ojos llegan más allá;
soñar, trabajo de dioses; luna vuela y hazme a mí volar.
Extrañas leyes en un mundo extraño.
Como a una niña de verdad te encontré llorando

Minha Pátria nos Meus Sapatos

Jamais consegui respeitar essas leis estranhas.
Jamais vou conseguir disfarçar,
lua, voa e me faz voar.
Você está tão longe de mim que às vezes penso que nunca te encontrei.
Um mundo estranho, adormecido, sempre prestes a explodir.
Digo que voltarei, primeiro preciso aprender a andar.
Sem você eu vou sobreviver, muito longe seu nome vai me acompanhar.

Minha pátria nos meus sapatos, minhas mãos são meu exército;
nasce lua fria, nasce e me faz esquecer.
Olhe pra mim, sou provisório;
você também e ninguém vai te entender.
Fique mais um minuto;
lua azul, descansa e me faz descansar.

Vou correr e gritar se realmente ainda houver algo pra gritar.
Vou lutar e conquistar se de verdade ainda houver algo pra conquistar.
Falar onde as palavras morrem; meus olhos vão além;
sonhar, trabalho de deuses; lua, voa e me faz voar.
Leis estranhas em um mundo estranho.
Como uma menina de verdade, te encontrei chorando.

Composição: Manuel Garcia Garcia-Perez, Quimi Portet