Del Templo de La Taberna
No queda nada aquí
por hacer... nada;
ni nada que ofrecer
que no tengas ya.
En el columpio azul
de tus besos metálicos
me quiero abandonar
como un animal.
Con la piel quemada
por el sol
el salitre y el amor.
Correr y atravesar
mil vidas grises de gente gris.
Correr y abandonarlo todo.
Correr y delirar
siempre a tu lado dulce amor.
Llegar hasta el final de tí.
Con la mente turbia,
los sentidos afilados,
medio locos.
Del templo a la taberna
por entre los viñedos
tu nombre gritaré.
Desde la selva azul
de tu pelo enredado
hasta el vapor de miel
de tu alma al despertar.
Correr y delirar
siempre a tu lado dulce amor.
Correr y abandonarlo todo.
Correr y atravesar
mil vidas grises de gente gris.
Llegar hasta el final de todo
Do Templo à Taberna
Não sobra nada aqui
pra fazer... nada;
nem nada pra oferecer
que você já não tenha.
No balanço azul
dos seus beijos metálicos
quero me entregar
como um animal.
Com a pele queimada
pelo sol
o sal e o amor.
Correr e atravessar
mil vidas cinzas de gente cinza.
Correr e deixar tudo pra trás.
Correr e delirar
sempre ao seu lado, doce amor.
Chegar até o fim de você.
Com a mente turva,
os sentidos afiados,
meio pirados.
Do templo à taberna
entre os vinhedos
eu gritarei seu nome.
Desde a selva azul
do seu cabelo emaranhado
até o vapor de mel
da sua alma ao despertar.
Correr e delirar
sempre ao seu lado, doce amor.
Correr e deixar tudo pra trás.
Correr e atravessar
mil vidas cinzas de gente cinza.
Chegar até o fim de tudo.
Composição: Manolo Garcia, Portet Quimi