Del Templo de La Taberna
No queda nada aquí
Por hacer, nada
Ni nada que ofrecer
Que no tengas ya
En el columpio azul
De tus besos metálicos
Me quiero abandonar
Como un animal
Con la piel quemada
Por el Sol
El salitre y el amor
Correr y atravesar
Mil vidas grises de gente gris
Correr y abandonarlo todo
Correr y delirar
Siempre a tu lado, dulce amor
Llegar hasta el final de ti
Con la mente turbia
Los sentidos afilados
Medio locos
Del templo a la taberna
Por entre los viñedos
Tu nombre gritaré
Desde la selva azul
De tu pelo enredado
Hasta el vapor de miel
De tu alma al despertar
Correr y delirar
Siempre a tu lado, dulce amor
Correr y abandonarlo todo
Correr y atravesar
Mil vidas grises de gente gris
Llegar hasta el final de todo
Do Templo à Taberna
Não sobra nada aqui
Pra fazer, nada
Nem nada pra oferecer
Que você já não tenha
No balanço azul
Dos seus beijos metálicos
Quero me entregar
Como um animal
Com a pele queimada
Pelo Sol
O sal e o amor
Correr e atravessar
Mil vidas cinzas de gente cinza
Correr e deixar tudo pra trás
Correr e delirar
Sempre ao seu lado, doce amor
Chegar até o fim de você
Com a mente turva
Os sentidos afiados
Meio maluco
Do templo à taberna
Por entre os vinhedos
Seu nome eu vou gritar
Desde a selva azul
Do seu cabelo emaranhado
Até o vapor de mel
Da sua alma ao despertar
Correr e delirar
Sempre ao seu lado, doce amor
Correr e deixar tudo pra trás
Correr e atravessar
Mil vidas cinzas de gente cinza
Chegar até o fim de tudo
Composição: Manolo Garcia, Portet Quimi