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No Meu Peito

El Último de la Fila

En Mi Pecho

En mi pecho, corazón,
late libre, sin temor.
Déjame ser verso de amor,
la devoción de un amigo.
Mucho tiempo sombra fuí,
en mi mismo me perdí.
De tí aprendí a ser la mano que da
sin recibir,
generosa y leal.

¿Qué es la vida? absurdo trajín.
Dame alma, calor.
Ser tan limpios como la nieve que cae.
Todo tiene quien todo da.

Nada espero, nada sé,
nada tengo, sólo fe.
Y donde estemos, saber estar;
aunque sea ingenuo, no codiciar.
Nunca ceder ante la adversidad.
Quiero tener la alegría
del que está en paz.
Mis cadenas he de romper;
fuera penas, amargas como la hiel

No Meu Peito

No meu peito, coração,
lati livre, sem medo.
Deixa eu ser verso de amor,
a devoção de um amigo.
Muito tempo fui sombra,
me perdi em mim mesmo.
De você aprendi a ser a mão que dá
sem receber,
generosa e leal.

O que é a vida? um absurdo sem fim.
Me dá alma, calor.
Ser tão limpos quanto a neve que cai.
Tudo tem quem tudo dá.

Nada espero, nada sei,
nada tenho, só fé.
E onde estivermos, saber estar;
mesmo que seja ingênuo, não cobiçar.
Nunca ceder diante da adversidade.
Quero ter a alegria
de quem está em paz.
Minhas correntes eu vou quebrar;
fora as penas, amargas como a fel.

Composição: Manolo Garcia, Portet Quimi