Belcebú (part. Lia Kali y DAAX)
Me monto un trío entre el delirio y el delito, soy de tirarme al fango pa luego limpiármelo
Dame un trago amargo y yo te canto algo bonito, ououou
Aunque nunca he pasado hambre
Siempre hambrienta buscando no estar bien
Mitad demonio mitad ángel
Dime como gestionar, dime como
Toda esta puta maldad
Yo no puedo
Toda la vida encerrá
Entre negras rosas
Algo raro que me hace vibrar
Parte de demonio y algo más
No quiero encontrar mi otra mitad
Soy algo bonito con maldad
Busco calma regalo mi alma
Pa'l demonio que la quiera pa su jaula
No la necesito, me ha perdido el vicio
Tengo algo de real y algo de mito
Ven por mí
Fluye como el río
Mi sangre la que lleva mis delitos
Cuento 5 bebo, follo, fumo y leo libros
Rompo todo lo que toco por los míos
Mitad demonio mitad ángel
Dime como gestionar, dime como
Toda esta puta maldad
Yo no puedo
Toda la vida encerrá
Entre negras rosas
Ponme otra copa y maléame
Vine buscando grietas no te pares a eso vine
Si haces que mi libreta sangre
Te pongo el anillo y eso tú lo sabes bien. ¿Cómo terminé aquí?
Borré la línea que separa el comienzo del fin
Te dije no y terminó siendo que sí
Y hoy me desnuda el placer del sufrir
No tengo miedo si se trata de sentir
Mitad demonio mitad ángel
Dime como gestionar, dime como
Toda esta puta maldad
Yo no puedo
Toda la vida encerrá
Entre negras rosas
Sube los graves, loco suena un poco tóxico
Coraza loca solo me pone lo místico
Me corro como Kali si noto el abismo
Me siento colocada movimiento físico
Sudores fríos al rozarme contigo
No tengo frío cuando duermo contigo
A veces niego y a veces consentido
Si me conoces juegas un buen partido
Dime como
Belzebu
Eu monto um trio entre o delírio e o delito, sou de me jogar na lama para depois me limpar
Me dê um gole amargo e eu canto algo bonito, ououou
Mesmo nunca tendo passado fome
Sempre faminta buscando não estar bem
Metade demônio metade anjo
Me diga como gerenciar, me diga como
Toda essa maldita maldade
Eu não consigo
Toda a vida trancada
Entre rosas negras
Algo estranho que me faz vibrar
Parte demônio e algo mais
Não quero encontrar minha outra metade
Sou algo bonito com maldade
Busco calma, dou minha alma
Para o demônio que a queira para sua jaula
Não preciso dela, o vício me perdeu
Tenho algo de real e algo de mito
Venha por mim
Flua como o rio
Meu sangue que carrega meus delitos
Conto até 5, bebo, transo, fumo e leio livros
Quebro tudo que toco pelos meus
Metade demônio metade anjo
Me diga como gerenciar, me diga como
Toda essa maldita maldade
Eu não consigo
Toda a vida trancada
Entre rosas negras
Me sirva outro copo e me amaldiçoe
Vim procurando rachaduras, não pare para isso vim
Se fizer minha caderneta sangrar
Eu te dou o anel e você sabe disso. Como acabei aqui?
Apaguei a linha que separa o começo do fim
Eu disse não e acabou sendo sim
E hoje o prazer de sofrer me desnuda
Não tenho medo se trata de sentir
Metade demônio metade anjo
Me diga como gerenciar, me diga como
Toda essa maldita maldade
Eu não consigo
Toda a vida trancada
Entre rosas negras
Aumente os graves, louco soa um pouco tóxico
Armadura louca só me coloca no místico
Eu gozo como Kali se sinto o abismo
Me sinto colocada, movimento físico
Suores frios ao me tocar em você
Não sinto frio quando durmo com você
Às vezes nego e às vezes consentido
Se me conhece, joga uma boa partida
Me diga como