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Febre

elcuervo.os

Fiebre

Mi cuerpo aquí pero mi mente está allá
Si no suelto el ki pá mi ego va a estallar
Un remojón de agua helada pa' bajar la fiebre
Controlando mi temple
No aguanto que tiemble
Mi lengua entrenada por los recuerdos post-vientre
Y el mojón en medio del sofá que se concentre

Un párvulo con lentes peinado de hongo
Delante de un monstruo tongo mostró sus ángulos inconsciente
Suena elocuente si te cuento el cuento
Acuéstate tranquilo que no se caerá un lamento que no es latente
Había un dolor demente
Muchas migrañas y mucho cloro
Para una limpieza urgente
Puras patrañas que ahora creo de repente
Sucias verdades disparé por consecuente

De kid galopante como cebra
Escribiendo libros pa' la gente
Del desequilibrio no se libra
Tenebrosos son los recuerdos en blanco y negro
De una figura ausente
(Falto de maldad)
La inocencia frente a la indecencia
De una pseudo-ciencia deficiente (oh)
(Frialdad a la que se someterá)
Luminiscencia nueva traerá a su mente

Mi cuerpo aquí pero mi mente está allá
Si no suelto el ki pá mi ego va a estallar
Un remojón de agua helada pa' bajar la fiebre
Controlando mi temple
No aguanto que tiemble
Mi lengua entrenada por los recuerdos post-vientre
Y el mojón en medio del sofá que se concentre

Febre

Meu corpo aqui, mas minha mente tá lá
Se eu não soltar o ki, meu ego vai estourar
Um banho de água gelada pra baixar a febre
Controlando meu jeito
Não aguento que trema
Minha língua treinada pelos lembranças pós-ventre
E o cocô no meio do sofá que se concentre

Um pivete de óculos com cabelo de cogumelo
Na frente de um monstro falso mostrou seus ângulos inconsciente
Soa eloquente se eu te contar a história
Deita tranquilo que não vai cair um lamento que não é latente
Tinha uma dor doida
Muitas enxaquecas e muito cloro
Pra uma limpeza urgente
Puras mentiras que agora eu acredito de repente
Verdades sujas que eu disparei por consequência

De criança galopante como zebra
Escrevendo livros pra galera
Do desequilíbrio não se escapa
Tenebrosos são os lembranças em preto e branco
De uma figura ausente
(Falta de maldade)
A inocência frente à indecência
De uma pseudo-ciência deficiente (oh)
(Frieza à qual se submeterá)
Luminescência nova trará à sua mente

Meu corpo aqui, mas minha mente tá lá
Se eu não soltar o ki, meu ego vai estourar
Um banho de água gelada pra baixar a febre
Controlando meu jeito
Não aguento que trema
Minha língua treinada pelos lembranças pós-ventre
E o cocô no meio do sofá que se concentre

Composição: Estephano Yaffet Ormeño Sifuentes