The Sawing Psychosis
In a hostile world devoid of light, we are shaping dawn
Obsessive apophenia, psychosis of creation
Without haven free to journey through chaos
We are the renegades compelled to rip the sword from stone
Past and future polarized by belief and wrath
Gone is the proselyte wisdom of a nihilistic age
Surging wraiths on parabolic radiation waves
The leviathan floating in ocular aurora
Shining as hawks with a scorpion's sting
Slashing with blazing talons of energy
Piercing rage of poignant radiance
Asylum in the luminous oceans of the far unknown
Phosphenes like bursting words expelled from my gaze
Poneglyph labyrinths floating in deep space
Adroit architecture, angles of time equate
The wingless dragonfly, juggernaut of the seven universes
Powered by crystals toward shadows and stars
This living spacecraft a furnace of viral youth
We are the sweetness and the strength in a zone of dark
Hunters of the divine secret, warriors of discovery
Off we go to seas of blood grappling for truth
Passionate we are assassins of all doubts
Elite in the acceptance of reality as illusion
Advancing toward the crux of our frantic existence
Hymns for the fortune of glorious life
The sun chair of the ancients not a throne of glass
Traumatic hypnosis by the prince of ivory
Through the monstrosity of immense galaxies
Devouring bombarded planets of skeletal flames
Howling paranoia with the ghosts of deprivation
As cosmic moths destroyed by the solar rays
Reaping the lividity of swollen moons
Ride the gale of night away from unlit realms
Chase the black trial to experience pangs of birth
Coming from the span in victory arrayed
With the faith of a revolutionary force
A Psicose da Serração
Em um mundo hostil, sem luz, estamos moldando a aurora
Apofenia obsessiva, psicose da criação
Sem abrigo, livres para viajar pelo caos
Somos os renegados forçados a arrancar a espada da pedra
Passado e futuro polarizados pela crença e pela ira
Foi-se a sabedoria proselitista de uma era niilista
Espíritos emergentes em ondas de radiação parabólica
O leviatã flutuando na aurora ocular
Brilhando como gaviões com a picada de um escorpião
Cortando com garras flamejantes de energia
Fúria penetrante de radiação pungente
Asilo nos oceanos luminosos do desconhecido distante
Fosfenos como palavras explosivas expelidas do meu olhar
Labirintos de poneglyphs flutuando no espaço profundo
Arquitetura hábil, ângulos do tempo se igualam
A libélula sem asas, juggernaut dos sete universos
Movidos por cristais em direção a sombras e estrelas
Esta nave viva, um forno de juventude viral
Somos a doçura e a força em uma zona de escuridão
Caçadores do segredo divino, guerreiros da descoberta
Lá vamos nós para mares de sangue lutando pela verdade
Apaixonados, somos assassinos de todas as dúvidas
Elite na aceitação da realidade como ilusão
Avançando em direção ao cerne de nossa existência frenética
Hinos pela fortuna da vida gloriosa
A cadeira do sol dos antigos não é um trono de vidro
Hipnose traumática pelo príncipe de marfim
Através da monstruosidade de imensas galáxias
Devorando planetas bombardeados de chamas esqueléticas
Uivando paranoia com os fantasmas da privação
Como traças cósmicas destruídas pelos raios solares
Colhendo a lividez das luas inchadas
Cavaleiro do vendaval da noite, longe de reinos sem luz
Perseguindo o rastro negro para experimentar as dores do nascimento
Vindo do intervalo em vitória adornada
Com a fé de uma força revolucionária