Perpetuo acto de misantropia
Perpetuo acto de misantropia
hay kien se merece
ke le mientan por toda la eternidad
hay kien se merece
la golpiza ke le acaban de regresar
hay kien se merece
ke le prohiban la basura ke ha de hablar.
hay kien se merece
lo peor tan solo para empezar
otra oportunidad
no los haria cambiar
no voy a discriminar
el corazon no me he de tocar
sigue rezando
multitud abandonada
sigue orando
el ke te guia te lleva a rastras.
no! pidas auxilio
las heridas las has hecho tu mismo.
para ascender te reduciste
eres el rostro ke ya no se puede ver.
retumba un eco - aun no me pierdo
retumba un eco - aun no me muero.
hay kien se ha cansado
de volver al sitio ke lo maltrato
hay kien se ha cansado
de llevar a cuestas tu maldito error
hay kien se ha cansado
de ese enemigo inalambrico
hay kien se ha cansado
de esa daga ke atravieza de generacion en generacion.
otra oportunidad
no me haria cambiar
no voy a discriminar
el corazon no me he de tocar
sigue rezando
multitud abandonada
sigue orando
el ke te juzga tiene mil caras.
no! pidas auxilio
las heridas las has hecho tu mismo.
para ascender te reduciste
eres el rostro ke ya no se puede ver.
detona la paz
el odio voraz.
para ascender te tienes ke arrastrar
para aprender sigue a los demas.
Ato Perpétuo de Misantropia
Ato perpétuo de misantropia
Tem quem merece
Que lhe mintam por toda a eternidade
Tem quem merece
A surra que acabaram de devolver
Tem quem merece
Que lhe proíbam a besteira que vai falar.
Tem quem merece
O pior só pra começar
Outra oportunidade
Não os faria mudar
Não vou discriminar
O coração não vou tocar
Continua rezando
Multidão abandonada
Continua orando
Quem te guia te arrasta.
Não! Não peça ajuda
As feridas você mesmo fez.
Pra ascender você se reduziu
É o rosto que já não se pode ver.
Retumba um eco - ainda não me perco
Retumba um eco - ainda não morri.
Tem quem está cansado
De voltar ao lugar que o maltratou
Tem quem está cansado
De carregar nas costas seu maldito erro
Tem quem está cansado
Desse inimigo invisível
Tem quem está cansado
Dessa faca que atravessa de geração em geração.
Outra oportunidade
Não me faria mudar
Não vou discriminar
O coração não vou tocar
Continua rezando
Multidão abandonada
Continua orando
Quem te julga tem mil caras.
Não! Não peça ajuda
As feridas você mesmo fez.
Pra ascender você se reduziu
É o rosto que já não se pode ver.
Detona a paz
O ódio voraz.
Pra ascender você tem que se arrastar
Pra aprender, siga os outros.