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Fantasma do Pôr do Sol

Elnordia

Ghost Of The Sunset

I cannot hear lies, cannot feel grace and sympathize
My final hope dies, stare at your eyes, they hypnotize
Touch of your hand melts those frozen dead sights, oh, how they were nice…
I cannot see light, cannot feel warmth, phantom of night…
...Falling, dying, sobbing, crying
Rising, breathing, laughing, ceasing…

Broad lands have lain at rest for thousand years
Now they''re devoured by unceasing fiery tears
Plains writhed, a fragile life lain down in pain
No one to escape
...Blasted lands
Spanned by flames… spanned by flames…

I cannot hear lies, cannot feel grace and sympathize
My final hope dies, stare at your eyes, they hypnotize
Touch of your hand melts those frozen dead sights, oh, how they were nice…
I cannot see light, cannot feel warmth, phantom of night…
...Falling, dying, sobbing, crying
Rising, breathing, laughing, ceasing…

Years… Years ago…
Vivid plains have lain in peace
There were no fears!
Broad lands have lain at rest for thousand years
Now they''re devoured by unceasing fiery tears
Plains writhed, a fragile life lain down in pain
-No one to escape!

Blasted lands...
Spanned by flames…
Spanned by flames…

Blinding light, blinding faith
Enslaves your mind, false embrace
Rays of sun dissipate all this evil vengeance hate…

Years… Years ago…
Vivid plains have lain in peace
There were no fears!

Broad lands have lain for thousand years
Now they''re devoured by unceasing fears

No escape!
Blasted lands...
Spanned by flames…
Spanned by flames…

Fantasma do Pôr do Sol

Não consigo ouvir mentiras, não sinto graça e simpatia
Minha última esperança morre, encaro seus olhos, eles hipnotizam
Toque da sua mão derrete aquelas visões congeladas, oh, como eram boas...
Não consigo ver luz, não sinto calor, fantasma da noite...
...Caindo, morrendo, soluçando, chorando
Levantando, respirando, rindo, parando...

Terras vastas estiveram em descanso por mil anos
Agora estão devoradas por lágrimas de fogo incessantes
Planícies se contorceram, uma vida frágil deitada em dor
Ninguém para escapar
...Terras devastadas
Cobertas por chamas... cobertas por chamas...

Não consigo ouvir mentiras, não sinto graça e simpatia
Minha última esperança morre, encaro seus olhos, eles hipnotizam
Toque da sua mão derrete aquelas visões congeladas, oh, como eram boas...
Não consigo ver luz, não sinto calor, fantasma da noite...
...Caindo, morrendo, soluçando, chorando
Levantando, respirando, rindo, parando...

Anos... Anos atrás...
Planícies vívidas estiveram em paz
Não havia medos!
Terras vastas estiveram em descanso por mil anos
Agora estão devoradas por lágrimas de fogo incessantes
Planícies se contorceram, uma vida frágil deitada em dor
-Ninguém para escapar!

Terras devastadas...
Cobertas por chamas...
Cobertas por chamas...

Luz ofuscante, fé ofuscante
Escraviza sua mente, falso abraço
Raios de sol dissipam toda essa vingança maligna...

Anos... Anos atrás...
Planícies vívidas estiveram em paz
Não havia medos!

Terras vastas estiveram por mil anos
Agora estão devoradas por medos incessantes

Sem escape!
Terras devastadas...
Cobertas por chamas...
Cobertas por chamas...

Composição: