The Prodigal Ones
The stars no longer guide their flight
Shadows dance where light once reigned
Eyes that once revered the night
Now forsake the vivid dreams once dreamt
Whispers fade on ancient winds
Tales once told, now drift away
Children lost in nightfall's dim
Wander far from dawn's bright reign
For we are broken
Awoken at the demise of I
And forsaken
Children wandering astray
Forgotten songs, the silent hands
Echoes of the heart's demands
As twilight calls, the dark expands
Lost within forsaken lands
Whispers fade on ancient winds
Tales once told, now drift away
Children lost in nightfall's dim
Wander far from dawn's bright reign
For we are broken
Awoken at the demise of I
And forsaken
Children wandering astray
We are broken
Blessed in the nameless' eye
And foretoken
The return of the prodical ones
Rattling voices linger in the haze
Erstwhile bright flames now dimmed and cold
Souls stray through darkened days
Lost within the words untold
The orphans of a desolate world forlorn
Broken
Foretoken
For we are broken
Awoken at the demise of I
And forsaken
Children wandering astray
We are broken
Blessed in the nameless' eye
And foretoken
The return of the prodical ones
Os Filhos Pródigos
As estrelas já não guiam seu voo
Sombras dançam onde a luz reinou
Olhos que antes reverenciavam a noite
Agora abandonam os sonhos vívidos que sonharam
Sussurros se apagam em ventos antigos
Contos que um dia foram contados, agora se afastam
Crianças perdidas na penumbra do crepúsculo
Vagam longe do brilho do amanhecer
Pois estamos quebrados
Despertos na morte do eu
E abandonados
Crianças vagando sem rumo
Canções esquecidas, as mãos silenciosas
Ecos das demandas do coração
Enquanto o crepúsculo chama, a escuridão se expande
Perdidos em terras esquecidas
Sussurros se apagam em ventos antigos
Contos que um dia foram contados, agora se afastam
Crianças perdidas na penumbra do crepúsculo
Vagam longe do brilho do amanhecer
Pois estamos quebrados
Despertos na morte do eu
E abandonados
Crianças vagando sem rumo
Estamos quebrados
Abençoados aos olhos do sem nome
E prenunciados
O retorno dos filhos pródigos
Vozes tremulantes pairam na névoa
Chamas outrora brilhantes agora apagadas e frias
Almas se perdem em dias sombrios
Perdidas nas palavras não ditas
Os órfãos de um mundo desolado e triste
Quebrados
Prenunciados
Pois estamos quebrados
Despertos na morte do eu
E abandonados
Crianças vagando sem rumo
Estamos quebrados
Abençoados aos olhos do sem nome
E prenunciados
O retorno dos filhos pródigos