Taking Root In Rotten Soil
Every day we stray further from a God who lost his way
In contempt we sing his name
Minor, frail, a bastard out of key
The deafening drone of despair drowning, I dull my heart unto their pain
To heal one must bleed
Abandoned hopes trampled under feet
Now spit in the face of those who once believed
Now frail, unclean, shattered, obsolete hearts beat extinct
Sever from the unconscious
Surrender
At the toll of absurdity
Do unto others
Dance, dwell, die
I'm Horrified by my selfishness I've complied
Do you believe in fiction
Or do you believe in this
Horrified by my selfishness
Dragged into the bright sky
Subtleties coming apart at the seams
Piercing tears back into the eyes
The only thrill left to die
Horrified
A weeping wound, ripping at the roots of your rapture
A weeping wound, serve no gods, humor no masters
Flowers of rust blooming with hate
No other choice but to let this absence carry me away
Slowly we seethe, watching these blurred lines bleed
Slowly we seethe, screaming these songs we should never sing
Slowly we seethe, the pain is forgotten but we feel the memory, disassociation
Last gasps from burning lungs
A savior's last words, on the tip of my tongue
Bite down to spite my lust
Only to taste the blood
Slowly we seethe
Slowly we seethe
Enraizando-se em Solo Podre
Todo dia nos afastamos mais de um Deus que se perdeu
Com desprezo cantamos seu nome
Menor, frágil, um bastardo desafinado
O zumbido ensurdecedor do desespero afogando, eu entorpeço meu coração à dor deles
Para curar é preciso sangrar
Esperanças abandonadas pisoteadas sob os pés
Agora cuspa na cara de quem um dia acreditou
Agora fracos, impuros, corações despedaçados, obsoletos batem extintos
Corte do inconsciente
Renda-se
Ao custo da absurdidade
Faça aos outros
Dance, habite, morra
Estou horrorizado com meu egoísmo, eu me conformei
Você acredita em ficção
Ou você acredita nisso
Horrorizado com meu egoísmo
Arrastado para o céu brilhante
Sutilezas se desfazendo nas costuras
Lágrimas penetrantes de volta aos olhos
A única emoção que resta é morrer
Horrorizado
Uma ferida chorosa, rasgando as raízes do seu êxtase
Uma ferida chorosa, não sirva a deuses, não faça graça a mestres
Flores de ferrugem florescendo com ódio
Sem outra escolha a não ser deixar essa ausência me levar
Devagar nos fervemos, assistindo essas linhas borradas sangrarem
Devagar nos fervemos, gritando essas canções que nunca deveríamos cantar
Devagar nos fervemos, a dor é esquecida, mas sentimos a memória, desassociação
Últimos suspiros de pulmões ardendo
As últimas palavras de um salvador, na ponta da minha língua
Morda para desafiar minha luxúria
Apenas para sentir o gosto do sangue
Devagar nos fervemos
Devagar nos fervemos