Alli Estaré
Vulnerable esplendor
La razón ha construido un eco
Como un ciego que no quiere ver
Que es el hábito una pared
Frágil lenguaje de espera
¿Espejo, máscara o realidad?
Como un ave que no quiere volar
Siendo el hábito una pared
¡Vuela!
Nunca me esperes, allí estaré
Sabiendo que todo vuelve al mismo lugar
Alfombras, jaulas, los nidos del alma
Que brotan de esperar, si tal vez, te conocerán
Estarei Aqui
Esplendor vulnerável
A razão construiu um eco
Como um cego que não quer ver
Que o hábito é uma parede
Linguagem frágil de espera
Espelho, máscara ou realidade?
Como um pássaro que não quer voar
Sendo o hábito uma parede
Voa!
Nunca me espere, estarei aqui
Sabendo que tudo volta pro mesmo lugar
Tapetes, gaiolas, os ninhos da alma
Que brotam de esperar, se talvez, te conhecerão
Composição: Emiliano Zapata