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O Lago

Empyrium

Der Weiher

Wie Todeshauch die Nebel fließen,
durch krumm erstarrte Kiefern Wehen,
wo Schatten sich in Silber gießen
und flehend sacht die Winde gehen.
Da liegt erblasst im Winterlicht,
der Weiher still, und atmet nicht!

O Lago

Como um sopro da morte, a névoa flui,
entre pinheiros tortos que se congelam,
de onde sombras se derramam em prata
e os ventos vão sussurrando em apelo.
Ali, pálido sob a luz do inverno,
o lago está quieto, e não respira!

Composição: Empyrium