Sicario Sideral
Vil sombra de ceniza
Olvidada en recuerdos
Forzadamente cremados
Por camuflar ausencias.
Minusa muestra en ajenos sentires.
Olvidado fósil de frágil estructura,
Lisiado siervo sideral,
Olvidarte es exonerar.
Diesmo de sacia
A una ilusión
Quebrantada en astillas
Arraigando el dolor.
Sepelio al soldado
De una obsesión.
Enviudando en momentos
Por propia desición.
Retazo de alma,
Desmembrada de esperas
El ciego sicario
Te sepultará.
Sumete de olvido,
Recubrete de polvo.
Agrieta tu temple,
Resuena en tu soledad.
Resuena! Campana del olvido.
Destruye al desgraciado malnacido!
Resuena! Estrofa del destino.
Alimenta al soliloquio empobrecido.
Retazo de alma,
Desmembrada de esperas
El ciego sicario
Te sepultará.
Sumete de olvido,
Recubrete de polvo.
Agrieta tu temple,
Resuena en tu soledad.
Muere distante.
Incuba anhelos,
Melancolicos recuerdos
Sumideros de estupor.
Muere distante,
Reposa en silencio
Espera el momento
De vislumbrar su esplendor.
Sicário Sideral
Vil sombra de cinzas
Esquecida em lembranças
Forçadamente queimadas
Pra camuflar ausências.
Minúscula amostra em sentimentos alheios.
Fóssil esquecido de frágil estrutura,
Servente sideral aleijado,
Te esquecer é exonerar.
Dízimo que sacia
Uma ilusão
Quebrada em estilhaços
Enraizando a dor.
Sepultamento do soldado
De uma obsessão.
Viúvo em momentos
Por própria decisão.
Retalho de alma,
Desmembrada de esperas
O cego sicário
Te sepultará.
Mergulhe no esquecimento,
Cubra-se de poeira.
Quebre seu ânimo,
Ressoa na sua solidão.
Ressoa! Sino do esquecimento.
Destrua o maldito malnascido!
Ressoa! Estrofe do destino.
Alimente o solilóquio empobrecido.
Retalho de alma,
Desmembrada de esperas
O cego sicário
Te sepultará.
Mergulhe no esquecimento,
Cubra-se de poeira.
Quebre seu ânimo,
Ressoa na sua solidão.
Morra distante.
Incube anseios,
Lembranças melancólicas
Sumidouros de espanto.
Morra distante,
Descanse em silêncio
Espere o momento
De vislumbrar seu esplendor.