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Almas em Condenações

Engelhaft

Almas En Condenas

Las penumbras infortunas
En una tierra cegada
Se retuercen en los mares del infierno.

Almas que escucharon la desesperaciã³n
De las palabras vivieron el exceso.

Y ahora danzan en la punta del abismo
Mantos de sombra cubriendo el ocaso
Recobran despiadadas
Las formas vitales
Se entraã±an en la carne humana
Es el vã³mito de dios al mundo.

El expreso de nombre fugaz
Se va al mediodia.

Hora de la entrada a la dimensiã³n de la nada
Abriendose la puerta a lo ordinario
Donde el verdugo cercena unã­sono
Cada una de las almas perdidas

Almas em Condenações

As penumbras infelizes
Em uma terra ofuscada
Se retorcem nos mares do inferno.

Almas que ouviram a desesperação
Das palavras viveram o excesso.

E agora dançam na beira do abismo
Mantos de sombra cobrindo o crepúsculo
Recobram impiedosas
As formas vitais
Se entrelaçam na carne humana
É o vômito de Deus para o mundo.

O expresso de nome fugaz
Se vai ao meio-dia.

Hora da entrada na dimensão do nada
Abrindo a porta para o ordinário
Onde o carrasco corta em uníssono
Cada uma das almas perdidas.

Composição: