Singularity
Collapsing masses of distant stars
Space itself is pulled by gravity
Inescapable dying light
Celestial corpses of brutality
God's harnesses got too loose
Black mass of an unknown enemy
The event horizon clashes on
Moving towards singularity
When I consider your heavens
Working planets, the Moon and the stars
All can be gone with the blink of an eye
No more place for humanity
The time has been consumed
To a point of no return
The skies proclame the end of this world
Crushing itself into eternity
God's harnesses got too loose
Black mass of an unknown enemy
The event horizon clashes on
Moving towards singularity
The time has been consumed
To a point of no return
The skies proclame the end of this world
Crushing itself into eternity
God's harnesses got too loose
Black mass of an unknown enemy
The event horizon clashes on
Moving towards singularity
Singularidade
Massa colapsando de estrelas distantes
O espaço em si é puxado pela gravidade
Luz morrendo que não se pode escapar
Corpos celestiais de brutalidade
As rédeas de Deus ficaram frouxas demais
Massa negra de um inimigo desconhecido
O horizonte de eventos se choca
Movendo-se em direção à singularidade
Quando eu considero seus céus
Planetas em movimento, a Lua e as estrelas
Tudo pode sumir num piscar de olhos
Não há mais lugar para a humanidade
O tempo foi consumido
Até um ponto sem retorno
Os céus proclamam o fim deste mundo
Se esmagando na eternidade
As rédeas de Deus ficaram frouxas demais
Massa negra de um inimigo desconhecido
O horizonte de eventos se choca
Movendo-se em direção à singularidade
O tempo foi consumido
Até um ponto sem retorno
Os céus proclamam o fim deste mundo
Se esmagando na eternidade
As rédeas de Deus ficaram frouxas demais
Massa negra de um inimigo desconhecido
O horizonte de eventos se choca
Movendo-se em direção à singularidade
Composição: André Vaz / João Castañon / Renato Timbó