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De Periódico Um Gallito (part. LEGADO 7)

Enigma Norteño

De Periódico Un Gallito (part. LEGADO 7)

Ya me ha pasado de todo
Y aquí sigo de buen modo
¿Qué más haces cuando la hambre está canija?
No importa arriesgar la vida
Y aquí andamos trabajando
Cruzando jale en la línea

Dicen que soy marihuano
Porque de todo he fumado
Es que es raro cuando no ande bien arriba
Eso sí, siempre bien pilas
Si no me ven en la plaza, ando por la tía Angelina

Un chamaco sin futuro
Así me catalogaba mucha gente
Pero les tapé el hocico
Cuando me miraron fajada la nueve

Ya me han pegado balazos
De perderla me he salvado varias veces
Fue creciendo mi respeto
Tengo buenas relaciones con los jefes

Y si acaso ocupo un paro
Sé que brincarían los plebes

De periódico un gallito
Para matar el friíto
Es que me quedé en la calle y sin familia
Más la suerte llegó un día
Y a los 14 cumplidos
En la mafia me metía

Aquí andamos a las sordas
Y el gobierno ni me estorba
Hasta ahorita nada saben de mi línea
Pasa desapercibida
Metiendo goles macizos
Pura metanfetamina

Un chamaco sin futuro
Así me catalogaba mucha gente
Pero les tapé el hocico
Cuando me miraron fajada la nueve

Ya me han pegado balazos
De perderla me he salvado varias veces
Fue creciendo mi respeto
Tengo buenas relaciones con los jefes

Y si acaso ocupo un paro
Sé que brincarían los plebes

Sé que brincarían los plebes

De Periódico Um Gallito (part. LEGADO 7)

Já passei por muita coisa
E aqui sigo de boa
O que mais você faz quando a fome tá braba?
Não importa arriscar a vida
E aqui estamos trabalhando
Fazendo corre na linha

Dizem que sou maconheiro
Porque já fumei de tudo
É que é raro quando não tô bem lá em cima
Isso sim, sempre ligado
Se não me veem na praça, tô na casa da tia Angelina

Um moleque sem futuro
Assim me rotulava muita gente
Mas eu calei a boca deles
Quando me viram com a nove na cintura

Já levei tiro
De perder a vida, já escapei várias vezes
Meu respeito foi crescendo
Tenho boas relações com os chefes

E se precisar de um help
Sei que os moleques vão me ajudar

De periódico um gallito
Pra matar o frio
É que fiquei na rua e sem família
Mas a sorte chegou um dia
E aos 14 anos
Entrei pra máfia

Aqui estamos na surdina
E o governo nem me atrapalha
Até agora nada sabem da minha linha
Passo despercebido
Fazendo uns corres pesados
Pura metanfetamina

Um moleque sem futuro
Assim me rotulava muita gente
Mas eu calei a boca deles
Quando me viram com a nove na cintura

Já levei tiro
De perder a vida, já escapei várias vezes
Meu respeito foi crescendo
Tenho boas relações com os chefes

E se precisar de um help
Sei que os moleques vão me ajudar

Sei que os moleques vão me ajudar