Manía Cardíaca
Tú, quien en el umbral de años
El corazón, perdiste entre extraños
Tú, quien en el festejo transitas
Y excitas a tus visitas
Tú, quien no llora lágrimas
Sino inocentes ánimas
Que lloran por cortejo
Hay sangre derramada en azulejo
El corazón te vi, ya no me engañas
Dices que lo perdiste y no lo extrañas
Cambiaste tu deber por mañas
Tus intenciones son de mala calaña
El corazón te vi ya no me engañas
Un bisturí reveló tus entrañas
Y ahí en lo profundo de tu organismo
Lo escondes con tal cinismo
Tú, quien mi corazón curaste
Luego devoraste
Yo, con los ojos sombríos
Y un torso vacío
Quiero que encuentres un palpitar
Lo sincronices con la vida
No quieres mi ayuda, me alejo
Dejando la sangre en el azulejo
El corazón te vi, ya no me engañas
Dices que lo perdiste y no lo extrañas
Cambiaste tu deber por mañas
Tus intenciones son de mala calaña
El corazón te vi ya no me engañas
Un bisturí reveló tus entrañas
Y ahí en lo profundo de tu organismo
Lo escondes con tal cinismo
Obsessão Cardíaca
Você, que está no limiar dos anos
Você perdeu seu coração entre estranhos
Você, que passa pela celebração
E entusiasma seus visitantes
Você, que não chora lágrimas
Mas almas inocentes
Que choram feito um cortejo fúnebre
Há sangue derramado no azulejo
Eu vi seu coração, você não me engana mais
Você diz que o perdeu e não sente falta dele
Você trocou seu dever por artimanhas
Suas intenções são más
Eu vi seu coração, você não me engana mais
O bisturi revelou seu interior
E lá no fundo do seu ser
Você esconde isso com tanto cinismo
Você, que curou meu coração
Depois o devorou
Eu, com olhos sombrios
E um torso vazio
Eu quero que você encontre um batimento cardíaco
Sincronize ele com a vida
Você não quer minha ajuda, eu vou embora
Deixando sangue no azulejo
Eu vi seu coração, você não me engana mais
Você diz que o perdeu e não sente falta dele
Você trocou seu dever por artimanhas
Suas intenções são más
Eu vi seu coração, você não me engana mais
O bisturi revelou seu interior
E lá no fundo do seu ser
Você esconde isso com tanto cinismo