Disfraz de Carne Y Hueso
Tanta vida te dedico vida que sacrifico
Y me cuesta a muerte el mantenerte
De cualquier forma se transforma
Se trastorna, se deforma
Te arreglo, te cepillo, te despolvo
Te maquillo
Tanta vida te dedico vida que sacrifico
Y me cuesta a muerte el mantenerte
Tu camino siempre la hermosura y vanidad
(Que deprimente)
Tu reflejo es tu indefensa falsa realidad
(Casi siempre)
La moda es tu pan de todos los días
(Tu alma mutilas)
Y siempre alimentas a tu disfraz
Y en muerte siempre vivirás, en muerte
Siempre vivirás, en muerte siempre vivirás
La verdad es artificial como todo lo natural
Te mata, lo adoras y de él te enamoras
Exceso quitas exceso pones
Se arruga lo planchas se descompone
Eres bello eres triste, eres feo eres triste
La verdad es artificial como todo lo natural
Te mata, lo adoras y de él te enamoras
Tu camino siempre la hermosura y vanidad
(Que deprimente)
Tu reflejo es tu indefensa falsa realidad
(Casi siempre)
La moda es tu pan de todos los días
(Tu alma mutilas)
Y siempre alimentas a tu disfraz
Y en muerte siempre vivirás, en muerte
Siempre vivirás, en muerte siempre vivirás
Carne E Osso Costume
Eu dedico tanta vida a você, vida que eu sacrifico
E me custa muito manter você
De qualquer forma, ele se transforma
Fica chateado, fica deformado
Eu te conserto, eu te escovo, eu te tiro o pó
Vou te maquiar
Eu dedico tanta vida a você, vida que eu sacrifico
E me custa muito manter você
Seu caminho é sempre beleza e vaidade
(Que deprimente)
Seu reflexo é sua falsa realidade indefesa
(Quase sempre)
A moda é o seu pão de cada dia
(Você mutila sua alma)
E você sempre alimenta seu disfarce
E na morte você sempre viverá, na morte
Você sempre viverá, na morte você sempre viverá
A verdade é artificial como tudo o que é natural
Ele te mata, você o adora e se apaixona por ele
O excesso você tira, o excesso você coloca
Ele enruga quando você passa, ele se desfaz
Você é linda, você é triste, você é feia, você é triste
A verdade é artificial como tudo o que é natural
Ele te mata, você o adora e se apaixona por ele
Seu caminho é sempre beleza e vaidade
(Que deprimente)
Seu reflexo é sua falsa realidade indefesa
(Quase sempre)
A moda é o seu pão de cada dia
(Você mutila sua alma)
E você sempre alimenta seu disfarce
E na morte você sempre viverá, na morte
Você sempre viverá, na morte você sempre viverá