El Ordinario
Lo de siempre
Ya no me divierte
Me ha vuelto inconsciente a lo evidente
Ya no soy vigente
Lo de ayer pudo parecer
Un atardecer sin placer
Hasta que me volteaste a ver
Para asesinarme
Antes de confesarte
Tarde es para ser diferente
Para convencerte que
El que yo sea común y corriente fue
Mi tonta comodidad
Del hablar contigo por hablar
Besarte sin amar
Y en la tragedia no llorar
Lo que este mundo tiene
Ya no me entretiene
La novedad contiene
Hoy tu abandono viene
Pues mis ojos presienten
Te has vuelto indiferente
A mí y a nuestro presente
Que resienten a una caricia urgente
Antes de asesinarme
Deja confesarte
Que no pensaba cambiar
Tarde es para ser diferente
Para convencerte que
El que yo sea común y corriente fue
Mi tonta comodidad
El oírte más no escuchar
Decías tengo que cambiar
Soy ordinario ni hablar
Nada me divierte
Nada me divierte
Tu no me diviertes
Ya no me diviertes
Ya no me diviertes
O Ordinário
O habitual
Eu não estou mais me divertindo
Isso me deixou inconsciente para o óbvio
Eu não sou mais válido
O que aconteceu ontem pode ter parecido
Um pôr do sol sem prazer
Até que você se virou para me ver
para me matar
Antes de confessar
É tarde demais para ser diferente
Para te convencer disso
O fato de eu ser comum foi
Meu conforto bobo
De falar com você por falar
Beijar você sem amar
E na tragédia não chore
O que este mundo tem
Já não me diverte
A novidade contém
Hoje chega o seu abandono
Bem, meus olhos sentem
Você se tornou indiferente
Para mim e nosso presente
Que se ressentem de um carinho urgente
antes de me assassinar
deixe você confessar
Que eu não planejei mudar
É tarde demais para ser diferente
Para te convencer disso
O fato de eu ser comum foi
Meu conforto bobo
Ouvindo você, mas não ouvindo
Você disse que eu tenho que mudar
Eu nem sou comum
Nada me diverte
Nada me diverte
Você não me diverte
Você não me diverte mais
Você não me diverte mais