Pallissa (part. Guillermina Motta)
Ell l'havia advertida
Del treball sense fer estació
Et vull a casa
Jo no estic gelós, t'ho ben juro
Però si tu no hi ets no sé que em passa
Si arribes massa tard m'entra el canguelo
Que t'hagis enganxat a qualsevol festeta
Tu saps, mai falta un xitxarel·lo
I jo et conec prou bé, ulls de xineta
Però ella ho va oblidar
Bruta i borratxa de matinada
Va arribar feta una fatxa
Venia de fer barrila amb un galifardeu
Les bufetades, el veïnat em deia
Semblaven aplaudiments, semblaven
D'una nit de gala en el Liceu
Pallissa (parte Guillermina Motta)
Ele a tinha avisado
Do trabalho sem fazer estação
Quero voce em casa
Eu não estou com ciúmes, eu juro para você
Mas se você não está lá, eu não sei o que há de errado comigo
Se chegar tarde o canguelo entra em mim
Que você ficou viciado em qualquer festa
Você sabe, nunca há falta de fofoca
E eu te conheço bem o suficiente, olhos vesgos
Mas ela esqueceu
Sujo e bêbado pela manhã
Uma fachada chegou
Ele tinha acabado de fazer um barril com um galifardeu
As bofetadas, a vizinhança me disse
Eles pareciam aplaudir, pareciam
Noite de gala no Liceu
Composição: Celedonio Flores, Edmundo Rivero