El Anzuelo
Este vano correr tras lo imposible.
Este mapa de incauto navegante.
Este vivir un rato para morir más tiempo.
Para al final morder el anzuelo y caer en la trampa.
Este asalto al parnaso idealizado.
Este coma de pronóstico reservado.
Esta fellatio de amor caníbal.
Para al final morder el anzuelo y caer en la trampa.
Este infierno fatal y divertido.
Este vestido de nocturna soledad.
Este canto de sirena exclusivo.
Para al final morder el anzuelo y caer en la trampa.
Este andar de pies sin escarpines.
Esta ida y vuelta a los confines.
Este seamos siempre libres.
Para al final morder el anzuelo y caer en la trampa.
Este infierno fatal y divertido.
Este vestido de nocturna soledad.
Este canto de sirena exclusivo.
Para al final morder el anzuelo y caer en la trampa.
Este infierno fatal y divertido.
Este vestido de nocturna soledad.
Este canto de sirena exclusivo.
Para al final morder el anzuelo y caer en la trampa.
A Isca
Esse correr em vão atrás do impossível.
Esse mapa de um navegante ingênuo.
Esse viver um pouco pra morrer mais tempo.
Pra no final morder a isca e cair na armadilha.
Esse assalto ao Parnaso idealizado.
Esse coma de prognóstico reservado.
Essa fellatio de amor canibal.
Pra no final morder a isca e cair na armadilha.
Esse inferno fatal e divertido.
Esse vestido de solidão noturna.
Esse canto de sereia exclusivo.
Pra no final morder a isca e cair na armadilha.
Esse andar descalço sem sapatos.
Essa ida e volta aos confins.
Esse sejamos sempre livres.
Pra no final morder a isca e cair na armadilha.
Esse inferno fatal e divertido.
Esse vestido de solidão noturna.
Esse canto de sereia exclusivo.
Pra no final morder a isca e cair na armadilha.
Esse inferno fatal e divertido.
Esse vestido de solidão noturna.
Esse canto de sereia exclusivo.
Pra no final morder a isca e cair na armadilha.
Composição: Enrique Bunbury