Jaldabaoth At The Sprint Of Time
Jaldabaoth At The Sprint Of Time
Like Jaldabaoth at the spring of time
I smile to a world unredeemed
Like an unseen shadow in an unknown place
I see with eyes now redeemed
Like Jaldabaoth at the spring of time
I smile at the purity of sin
I melt together beginning and end
On the bottom of Eternity
Man of shadows dreams in clay
Carves new paths to lead astray
Mould new forms to entrape the name
Of the cruelty self-indulgence stain
The will of Kain infects the conscience of God
The penance of Job is the omen of the cross
The blade of Jacob rips the flesh of God
Jona' s exile is the house of the Lord
Two veins from one heart, the march of the lames goes.
I would they might lie swept by the wrath of ten tides
FIRE: putting salt on their limbs
FIRE: consumed by leprosy
FIRE: light the pyre of scorn
FIRE: for their impurity
Put wild waters in this roar and never allay them
Let the sky pour down his pitch to whip their proudly cheeks
LET THE SCORN UNHEARD
LET THE BLOOD BE
LET THE TRUTH UNFAIR
LET THE FIRE TAKE HIM
Can't you say it's redeemed when it lays down unseen
Covered by evil and fear on the ruins of Being?
Jaldabaoth na Primavera do Tempo
Jaldabaoth na Primavera do Tempo
Como Jaldabaoth na primavera do tempo
Eu sorrio para um mundo não redimido
Como uma sombra invisível em um lugar desconhecido
Eu vejo com olhos agora redimidos
Como Jaldabaoth na primavera do tempo
Eu sorrio para a pureza do pecado
Eu derreto juntos o começo e o fim
No fundo da Eternidade
Homem de sombras sonha em barro
Esculpe novos caminhos para desviar
Molda novas formas para aprisionar o nome
Da crueldade manchada pela autocomplacência
A vontade de Caim infecta a consciência de Deus
A penitência de Jó é o presságio da cruz
A lâmina de Jacó rasga a carne de Deus
O exílio de Jonas é a casa do Senhor
Duas veias de um coração, a marcha dos aleijados vai.
Eu gostaria que fossem varridos pela ira de dez marés
FOGO: colocando sal em seus membros
FOGO: consumidos pela lepra
FOGO: acenda a pira do desprezo
FOGO: por sua impureza
Coloque águas selvagens neste rugido e nunca as acalme
Deixe o céu derramar sua alcatrão para chicotear suas faces orgulhosas
DEIXE O DESPREZO NÃO OUVIDO
DEIXE O SANGUE SER
DEIXE A VERDADE INJUSTA
DEIXE O FOGO PEGAR NELE
Você não pode dizer que está redimido quando se deita invisível
Coberto pelo mal e pelo medo nas ruínas do Ser?