395px

IV. Abismos do Inferno

Enterprise Earth

IV. Chasms Of Hell

Now to shed this fucking skin, I can feel it all
Malformed, this shape I am in
I can make it what I want, and I can kill it

All in all, was it so much to give?
A pound of flesh, an offer to the spirit
A lesson for the soul, it's all a means to an end

Shapeshifter, show me power
Rend the sinews, slit my throat, proven devout
Watch the snake exit my open wound
And curse this hallowed ground

I devour this flesh, uncover feathers forming now
So I take to the skies, my wings unfurling now
In unholy flight

The first taste of air, breath of the divine
Split skin tearing away
Against the harshness of solace and the winter wind
I envelop the stars, I cast them aside
I wish to bleed the sky

Now, take me below, deep in the ground
Into the chasms of Hell, I seek thee out
Remnants of her follow me down
Fragmented memories, like a twisted dream

Clawing and winding its way through my mind
Evil, such evil, it rips through my spine

I devour this flesh, uncover feathers again
My wings unfurling now

So I take to the skies, my wings unfurling now
In unholy flight
The first taste of air, breath of the divine
Split skin tearing away
Against the harshness of solace and the winter wind
I envelop the stars, I cast them aside now

I wish to bleed the fucking sky

Devour, I prove myself devout
The snake enters my mouth, I see her
Shapeshifter, show me fucking power
I prove myself devout
The snake exits my mouth, I see her
Shapeshifter, show me fucking power

I prove myself devout
The snake exits my mouth, I see her
Shapeshifter, show me fucking power

I prove myself devout
The snake exits my mouth, I see her
Shapeshifter, show me fucking power

IV. Abismos do Inferno

Agora pra me livrar dessa pele de merda, eu sinto tudo
Malformado, essa forma em que estou
Eu posso fazer dela o que eu quiser, e eu posso matá-la

No fim das contas, era tanto assim pra dar?
Um quilo de carne, uma oferta pro espírito
Uma lição pra alma, é tudo um meio para um fim

Mudador de forma, me mostre poder
Rasgue os tendões, corte minha garganta, provando ser devoto
Veja a cobra saindo da minha ferida aberta
E amaldiçoe este solo sagrado

Eu devoro essa carne, descubro penas se formando agora
Então eu subo aos céus, minhas asas se abrindo agora
Em um voo profano

O primeiro gosto do ar, respiração do divino
Pele rasgada se despedaçando
Contra a dureza do consolo e o vento de inverno
Eu envolvo as estrelas, eu as deixo de lado
Eu quero sangrar o céu

Agora, me leve pra baixo, bem fundo na terra
Para os abismos do Inferno, eu te busco
Restos dela me seguem pra baixo
Memórias fragmentadas, como um sonho distorcido

Arranhando e se enroscando pela minha mente
Mal, tanto mal, isso rasga minha coluna

Eu devoro essa carne, descubro penas de novo
Minhas asas se abrindo agora

Então eu subo aos céus, minhas asas se abrindo agora
Em um voo profano
O primeiro gosto do ar, respiração do divino
Pele rasgada se despedaçando
Contra a dureza do consolo e o vento de inverno
Eu envolvo as estrelas, eu as deixo de lado agora

Eu quero sangrar o céu de merda

Devorar, eu provarei que sou devoto
A cobra entra na minha boca, eu a vejo
Mudador de forma, me mostre o poder de merda
Eu provarei que sou devoto
A cobra sai da minha boca, eu a vejo
Mudador de forma, me mostre o poder de merda

Eu provarei que sou devoto
A cobra sai da minha boca, eu a vejo
Mudador de forma, me mostre o poder de merda

Eu provarei que sou devoto
A cobra sai da minha boca, eu a vejo
Mudador de forma, me mostre o poder de merda

Composição: