Psalm Of Agony
Becoming God is no longer enough
This transformation, my sin against creation
Unnatural modification of this pitiful fucking
Form held in chains of deprivation
This shell so frailly draped around the failing
Structure of my hollow bones
My spirit seeks a better home
Than this palace so corrupt, its windows shield
The vibrancy of the coming day
Succumb to death or succumb to flame
In the comfort of the gallows
Cradled by the hate that was bred in the dark
Fed by my heart
Slowly festering until the only voice in my head is fear
I have to find a way out
If Apollo's holy face never shines upon me
I'll wrap myself in raven's wings
If all I will know is decay may it enrapture me
So I will sing eternally my psalm of agony
Becoming God is no longer enough
The pain of power, the burden of omniscience
Unnatural modification of this pitiful fucking form held in chains of deprivation
With cursed hands outstretched to heavens
Far beyond the reach of common man
Such fear and wonder
Flesh torn in two, the sinews fray like thread
My evolution, transmogrification
The changing of seasons
The weight of chains once wrapped around
My neck now ash and dust beneath my feet
No God is my master, no longer prey to the hunter
I shed my skin and shatter the spine that carried my burden
If Apollo's holy face never shines upon me
I'll wrap myself in raven's wings
If all I will know is decay may it enrapture me
So I will sing eternally my psalm of agony
Psalm of agony
Psalm of agony
I'll wrap myself in raven's wings
If all I will know is decay may it enrapture me
So I will sing eternally my psalm of agony
It overwhelms me, succumb to the flame
My shoulder blades give way to feathers forming
My skin is falling away and I feel everything
My soul is ripped from my flesh
As I ascend to Heaven
Witness the pain of power
My excruciating evolution, transmogrification
The changing of seasons
Salmo da Agonia
Me tornar Deus não é mais suficiente
Essa transformação, meu pecado contra a criação
Modificação não natural dessa porra lamentável
Forma mantida em cadeias de privação
Essa concha tão frágil enrolada em torno da falha
Estrutura dos meus ossos ocos
Meu espírito procura um lar melhor
Do que esse palácio tão corrupto, suas janelas protegem
A vibração do dia que vem
Sucumbir à morte ou sucumbir às chamas
No conforto da forca
Embalada pelo ódio criado no escuro
Alimentado pelo meu coração
Apodrecendo lentamente até que a única voz na minha cabeça seja o medo
Eu tenho que encontrar uma saída
Se o rosto sagrado de apolo nunca brilha sobre mim
Vou me envolver nas asas do corvo
Se tudo que eu sei é decadência, pode me arrebatar
Então eu vou cantar eternamente meu salmo de agonia
Me tornar Deus não é mais suficiente
A dor do poder, o fardo da onisciência
Modificação não natural dessa forma lamentável, mantida em cadeias de privação
Com as mãos amaldiçoadas estendidas aos céus
Muito além do alcance do homem comum
Tal medo e admiração
Carne rasgada em dois, os tendões se desgastam como um fio
Minha evolução, transmogrificação
A mudança das estações
O peso das correntes uma vez enroladas
Meu pescoço agora cinza e poeira sob meus pés
Nenhum Deus é meu mestre, não é mais presa do caçador
Eu derrubei minha pele e quebrei a coluna que carregava meu fardo
Se o rosto sagrado de apolo nunca brilha sobre mim
Vou me envolver nas asas do corvo
Se tudo que eu sei é decadência, pode me arrebatar
Então eu vou cantar eternamente meu salmo de agonia
Salmo de agonia
Salmo de agonia
Vou me envolver nas asas do corvo
Se tudo que eu sei é decadência, pode me arrebatar
Então eu vou cantar eternamente meu salmo de agonia
Isso me oprime, sucumbir à chama
Minhas omoplatas dão lugar a penas formando
Minha pele está caindo e eu sinto tudo
Minha alma é arrancada da minha carne
Enquanto eu subo ao céu
Testemunhe a dor do poder
Minha evolução excruciante, transmogrificação
A mudança das estações