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Caminho do Viajante

Enzo di Mola

Carovaniere

Quando la notte discende
riposa silente la stanca tribù,
mentre una stella s'accende,
cantare si sente nell'ombra laggiù.

Voce d'un canto smarrito,
tormento d'un povero cuor,
solo il deserto infinito
ascolta il suo pianto d'amor.

Canta,
carovaniere canta
la nenia che tormenta
tutti i cuori della tribu.

Dice,
tremando la tua voce:
"Non troverò mai pace,
questo amore è una schiavitù".

Scende la sera e lassù
brilla una stella,
solo il tuo cuore quaggiù
non spera più.

Canta,
carovaniere canta
la nenia che tormenta
tutti i cuori della tribu.

Scende la sera e lassù
brilla una stella,
solo il tuo cuore quaggiù
non spera più.

Canta,
carovaniere canta
la nenia che tormenta
tutti i cuori della tribu.

Caminho do Viajante

Quando a noite cai
repousa em silêncio a cansada tribo,
enquanto uma estrela brilha,
canta-se na sombra lá embaixo.

Voz de um canto perdido,
tormento de um pobre coração,
só o deserto infinito
ouve seu choro de amor.

Canta,
viajante, canta
a canção que atormenta
todos os corações da tribo.

Diz,
tremendo, sua voz:
"Nunca encontrarei paz,
este amor é uma escravidão".

Cai a noite e lá em cima
brilha uma estrela,
só o seu coração aqui embaixo
não espera mais.

Canta,
viajante, canta
a canção que atormenta
todos os corações da tribo.

Cai a noite e lá em cima
brilha uma estrela,
só o seu coração aqui embaixo
não espera mais.

Canta,
viajante, canta
a canção que atormenta
todos os corações da tribo.