Hate
I hate you and your kind, burned in me through time.
every facing thing about you i learned to despise.
a vision etched in me, you i do not see.
just another random face, one of the enemy.
conditioned to despise, aggressive sense of pride.
replace the murdered unity, a quest to end your life.
and as i see you fall, your life crumbles away.
i am only glad that it's you instead of me.
>from an early age taught the way it's meant to be.
molding of my mind into a blur of hating fear.
a world of black and white, clean divisions of the human race.
now i go to fight for my land the only thing i've ever known.
It burns, inside, these thoughts of vengeance smoldered in my mind.
the blows, repressing me to keep me under hold.
your hand, contorting, my emotions for so long.
enough, my hatred for your oppression explodes.
Now rise, to fight, our vision blurred, our anger to unite.
no fear, intimidation pushes down deep inside.
as one, we ripped to shreds the czar that held us down.
in awe, the proud new owners of the tyrant's throne.
Conscious of the adrenaline that overrides my fear.
aware of my developed power, my calculating mind.
but blurred are my perceptions as i complete the final kill.
animal inside me wins, my origin in time.
Drenched in sweat i wake, another vision of my morbid past.
knuckles white, a grip of fear recedes but still reside.
forever changed, the hatred twists my mind into a fractured state.
servant to my god, my country, slave to dark emotions.
thought.
unknown.
Diseased minds, brainwashed through the passage of extended time.
born into intimidation, watched in every move.
turbulent, the hate inside me tapped i will explode.
used, enraged, i now become a valued tool, my inner self controlled.
Ódio
Eu te odeio e odeio a sua espécie, queimados em mim ao longo do tempo.
Tudo que eu aprendi sobre você eu aprendi a desprezar.
Uma visão gravada em mim, você eu não vejo.
Apenas mais um rosto aleatório, um dos inimigos.
Condicionado a desprezar, um senso agressivo de orgulho.
Substituir a unidade assassinada, uma busca para acabar com a sua vida.
E enquanto eu vejo você cair, sua vida desmorona.
Só fico feliz que seja você em vez de mim.
>Desde cedo ensinado como deve ser.
Moldando minha mente em uma confusão de medo e ódio.
Um mundo em preto e branco, divisões limpas da raça humana.
Agora eu vou lutar pela minha terra, a única coisa que eu conheço.
Queima, por dentro, esses pensamentos de vingança ardem na minha mente.
Os golpes, me reprimindo para me manter sob controle.
Sua mão, contorcendo, minhas emoções por tanto tempo.
Chega, meu ódio pela sua opressão explode.
Agora levante-se, para lutar, nossa visão embaçada, nossa raiva para unir.
Sem medo, a intimidação empurra fundo dentro de mim.
Como um só, rasgamos em pedaços o czar que nos segurava.
Em admiração, os novos proprietários orgulhosos do trono do tirano.
Consciente da adrenalina que supera meu medo.
Ciente do meu poder desenvolvido, minha mente calculista.
Mas embaçadas estão minhas percepções enquanto eu completo o golpe final.
O animal dentro de mim vence, minha origem no tempo.
Encharcado de suor eu acordo, outra visão do meu passado mórbido.
Nódoas brancas, um aperto de medo recua, mas ainda reside.
Mudado para sempre, o ódio torce minha mente em um estado fraturado.
Servo do meu deus, meu país, escravo de emoções sombrias.
Pensamento.
Desconhecido.
Mentes doentes, lavadas cerebralmente através do passar do tempo.
Nascido na intimidação, observado em cada movimento.
Turbulento, o ódio dentro de mim se acumula, eu vou explodir.
Usado, enfurecido, agora me torno uma ferramenta valiosa, meu eu interior controlado.
Composição: Carl Fulli / Erik Moggridge