Ashes Soil The Morning Wine
Storms of old, thy presence wished
For there are echoes to carry forth
Not yet lost to the forests depths
Behold my glimpse of chance
As thou not seek a scream so weak
I pledge you mine
Nothingness caresses perception
A last breath marks my live
Silence&
Tranquillity falls upon me
Eyes still shut&
The pain caused harsh is ravelling
All of nights deceptions
Left unseen behind me
A distant figure
Drawing near
I am no longer man nor alive
My will is bound to the shadows madame
That was the price i was eager to pay
An eternal live as the fog witches prey
Forever...
Forever enslaved as a herald of evil
I...
I can´t stand this curse at all
Damnation - till all end of days
I now know what that means
Lost in the fog witches castle
Fulfilling her every dreams
There must be a way i can flee from her grasp
Escaping the oath i had sworn
Through all fires of hate i would wander
Away from my mistress - torn
No longer will my rage be imprisoned
By the veils of her love
This night unleashes the horrors inside me
The beast that´s kept within
From the stairs of my chamber
To cellars beneath
Where in corners of filth
The shadows still breathe
Bitter sweet wine
Rests in withering barrels
As a potion laudanum
Befouls jesus´ blood
Tonight ends the day
With the banquet´s last prey
Tomorrow my oath
Will be swept off my soul
Forever...
Forever enslaved as a herald of evil
I...
I can´t stand this curse at all
Damnation - till all end of days
I now know what that means
Lost in the fog witches castle
Fulfilling her every dreams
There must be a way i can flee from her grasp
Escaping the oath i had sworn
Through all fires of hate i would wander
Away from my mistress torn
A glorious moment has seized tragic´s calm
A nip on the glass will revenge all my harm
After years of enthrallment
And centuries past by
The castle inhabitants
In silence they lie
Only a handful of ashes
Remains of the mistress divine
In eternal anger adorning
The perfidious glass full of wine
Cenário de Cinzas e Vinho da Manhã
Tempestades antigas, tua presença desejada
Pois há ecos a serem levados adiante
Ainda não perdidos nas profundezas da floresta
Eis meu vislumbre de chance
Como não buscas um grito tão fraco
Eu te prometo o meu
O nada acaricia a percepção
Um último suspiro marca minha vida
Silêncio&
A tranquilidade cai sobre mim
Olhos ainda fechados&
A dor causada é dura e desmorona
Todas as decepções da noite
Deixadas invisíveis atrás de mim
Uma figura distante
Aproximando-se
Não sou mais homem nem vivo
Minha vontade está presa às sombras, madame
Esse foi o preço que eu estava ansioso para pagar
Uma vida eterna como a presa das bruxas da névoa
Para sempre...
Para sempre escravizado como um arauto do mal
Eu...
Não suporto essa maldição de jeito nenhum
Condenação - até o fim dos dias
Agora sei o que isso significa
Perdido no castelo das bruxas da névoa
Cumprindo todos os seus sonhos
Deve haver uma maneira de eu escapar de seu domínio
Fugindo do juramento que fiz
Através de todos os fogos do ódio eu vagaria
Longe da minha senhora - dilacerado
Não mais minha raiva será aprisionada
Pelos véus do amor dela
Esta noite solta os horrores dentro de mim
A besta que está guardada dentro
Das escadas do meu quarto
Para os porões abaixo
Onde nos cantos da imundície
As sombras ainda respiram
Vinho amargo e doce
Repousa em barris murchos
Como uma poção de láudano
Contamina o sangue de Jesus
Esta noite termina o dia
Com a última presa do banquete
Amanhã meu juramento
Será varrido da minha alma
Para sempre...
Para sempre escravizado como um arauto do mal
Eu...
Não suporto essa maldição de jeito nenhum
Condenação - até o fim dos dias
Agora sei o que isso significa
Perdido no castelo das bruxas da névoa
Cumprindo todos os seus sonhos
Deve haver uma maneira de eu escapar de seu domínio
Fugindo do juramento que fiz
Através de todos os fogos do ódio eu vagaria
Longe da minha senhora - dilacerado
Um momento glorioso tomou a calma trágica
Um gole no copo vingará todo o meu mal
Após anos de cativeiro
E séculos se passaram
Os habitantes do castelo
Em silêncio eles jazem
Apenas um punhado de cinzas
Permanece da divina senhora
Em eterna raiva adornando
O pérfido copo cheio de vinho