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O Nascimento da Arte Psicopatia

Epitaph Opera

The Birth Of Art Psychopatia

Embraced in times of ignorance
When piteous prayers failed
A withered rose thrives
Where malice sow it´s vice
Weeping willows endure a glance
Through wind-lashed autumn-leaves

Rotten trees reveal a pyre
Silhouettes of a shadowy desire

Was it the moaning of wolves
Urged by a ravenous craving
Sacred flesh, innocent gathered
A feast for carnivorous beasts
Filthy teeth grasp feeble bones
Bare viscera, stifle complaints

Magdalena freed, her pallor starts to bleed

Convinced of pagan deeds
An inherently twisted nature
Like welkins undisputed beauty
Her pleasures irrevocable condemned
Her auspices brought to end

Betrayed of atrocious art
Exhibited in pathetic manner
Abused bodies, a post mortem
Her eccentric lust fulfilled
Her lecherous thralls killed

Servants obeying the count of delight
A crowd of torches invading the night
In search for retaliation
For hundreds of deprived souls
Hunting the glooms creation
By following ceaseless howls

On their path of utter salvation
Irresistible
Beyond anxiety and reason

Black-gleaming candles lighten a clearing

Amidst this stunted tragedy
Where sadness acts as cure
And damnation is preached
Solitude in mocking posture
The Mistress´ words ascend

"You shall be my witnesses
My proclaimers of blasphemy
Blinded like believers
To speak with lifeless tongues"

The heavens chastity, violated
As godless verses spoken
The truth descends

Hypocritical fathers revelation
Of concealed death sins

Sinner !

The commandments of the distraught
The faerytales of the holy book

False !

Midnight gave birth
To Magdalenas company
Once more an oath was sworn
Her reign of terror born...

O Nascimento da Arte Psicopatia

Abraçados em tempos de ignorância
Quando orações miseráveis falharam
Uma rosa murcha floresce
Onde a malícia semeia seu vício
Salgueiros chorões suportam um olhar
Através das folhas de outono açoitados pelo vento

Árvores podres revelam uma pira
Silhuetas de um desejo sombrio

Era o lamento dos lobos
Impulsionados por uma fome voraz
Carne sagrada, inocente reunida
Um banquete para bestas carnívoras
Dentes imundos agarram ossos frágeis
Viscera exposta, sufocam queixas

Magdalena libertada, seu palor começa a sangrar

Convencidos de atos pagãos
Uma natureza intrinsecamente distorcida
Como a beleza indiscutível dos céus
Seus prazeres irrevogavelmente condenados
Seus auspícios levados ao fim

Traída pela arte atroz
Exibida de maneira patética
Corpos abusados, um pós-morte
Seu desejo excêntrico satisfeito
Seus servos lascivos mortos

Servos obedecendo ao conde do deleite
Uma multidão de tochas invadindo a noite
Em busca de retaliação
Por centenas de almas privadas
Caçando a criação das trevas
Seguindo uivos incessantes

Em seu caminho de salvação absoluta
Irresistível
Além da ansiedade e da razão

Velas negras e brilhantes iluminam uma clareira

Em meio a esta tragédia atrofiada
Onde a tristeza age como cura
E a danação é pregada
Solidão em postura zombeteira
As palavras da Mestra ascendem

"Vocês serão minhas testemunhas
Meus proclamadores de blasfêmia
Cegos como crentes
Para falar com línguas sem vida"

A castidade dos céus, violada
Enquanto versos ímpios são falados
A verdade desce

Revelação de pais hipócritas
Dos pecados da morte ocultos

Pecador !

Os mandamentos dos perturbados
As fábulas do livro sagrado

Falso !

A meia-noite deu à luz
À companhia de Magdalena
Mais uma vez um juramento foi feito
Seu reinado de terror nasceu...

Composição: