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Parafilia

Erszebeth

Parafilia

Quiero aparecer entre tus piernas
Como velas derretidas
Violentas sobre telas rojas de satín
Probar tu dulce encanto
Que embriaga mi ansiedad
Y escuchar tu voz gimiendo
Como eco que hace suspirar

Suave como flores en capullo
Atrayendo un colibrí
Negro tu cabello enloquecido
Disfrazando el rostro en ti

Sorbiendo hasta la última gota
De este mar sutil
Rompiendo con mis besos
El prejuicio de mentir

Libera condena y acepta
Este diablo en mí
Impura y siniestra
Mi fe por ti

Tormento de fuego quemando en mí
Muriendo en sueños pensando en ti

Mordiendo el recuerdo
De los días de fantasía sobre ti
Deja que la noche pase lenta
Sin huir

Dame tus silencios que dominan
La mirada y el sentir
Vacío, hasta que tu piel desnuda
Saboreara libido, placer, locura, éxtasis

Libera condena y acepta
Este diablo en mí
Impura y siniestra
Mi fe por ti

Tormento de fuego quemando en mí
Muriendo en sueños pensando en ti

Parafilia

Quero aparecer entre suas pernas
Como velas derretidas
Violentas sobre telas vermelhas de cetim
Provar seu doce encanto
Que embriaga minha ansiedade
E ouvir sua voz gemendo
Como eco que faz suspirar

Suave como flores em botão
Atraindo um beija-flor
Seu cabelo negro enlouquecido
Disfarçando seu rosto em mim

Sorvendo até a última gota
Desse mar sutil
Quebrando com meus beijos
O preconceito de mentir

Libere a condenação e aceite
Esse diabo em mim
Impura e sinistra
Minha fé por você

Tormento de fogo queimando em mim
Morrendo em sonhos pensando em você

Mordendo a lembrança
Dos dias de fantasia sobre você
Deixe a noite passar devagar
Sem fugir

Me dê seus silêncios que dominam
O olhar e o sentir
Vazio, até que sua pele nua
Saboreie libido, prazer, loucura, êxtase

Libere a condenação e aceite
Esse diabo em mim
Impura e sinistra
Minha fé por você

Tormento de fogo queimando em mim
Morrendo em sonhos pensando em você

Composição: Christian Garcia, Alejandro Millán, Esthibaliz Rojas, Mario Del Rio, Ernesto Torres