Parafilia
Quiero aparecer entre tus piernas
Como velas derretidas
Violentas sobre telas rojas de satín
Probar tu dulce encanto
Que embriaga mi ansiedad
Y escuchar tu voz gimiendo
Como eco que hace suspirar
Suave como flores en capullo
Atrayendo un colibrí
Negro tu cabello enloquecido
Disfrazando el rostro en ti
Sorbiendo hasta la última gota
De este mar sutil
Rompiendo con mis besos
El prejuicio de mentir
Libera condena y acepta
Este diablo en mí
Impura y siniestra
Mi fe por ti
Tormento de fuego quemando en mí
Muriendo en sueños pensando en ti
Mordiendo el recuerdo
De los días de fantasía sobre ti
Deja que la noche pase lenta
Sin huir
Dame tus silencios que dominan
La mirada y el sentir
Vacío, hasta que tu piel desnuda
Saboreara libido, placer, locura, éxtasis
Libera condena y acepta
Este diablo en mí
Impura y siniestra
Mi fe por ti
Tormento de fuego quemando en mí
Muriendo en sueños pensando en ti
Parafilia
Quero aparecer entre suas pernas
Como velas derretidas
Violentas sobre telas vermelhas de cetim
Provar seu doce encanto
Que embriaga minha ansiedade
E ouvir sua voz gemendo
Como eco que faz suspirar
Suave como flores em botão
Atraindo um beija-flor
Seu cabelo negro enlouquecido
Disfarçando seu rosto em mim
Sorvendo até a última gota
Desse mar sutil
Quebrando com meus beijos
O preconceito de mentir
Libere a condenação e aceite
Esse diabo em mim
Impura e sinistra
Minha fé por você
Tormento de fogo queimando em mim
Morrendo em sonhos pensando em você
Mordendo a lembrança
Dos dias de fantasia sobre você
Deixe a noite passar devagar
Sem fugir
Me dê seus silêncios que dominam
O olhar e o sentir
Vazio, até que sua pele nua
Saboreie libido, prazer, loucura, êxtase
Libere a condenação e aceite
Esse diabo em mim
Impura e sinistra
Minha fé por você
Tormento de fogo queimando em mim
Morrendo em sonhos pensando em você
Composição: Christian Garcia, Alejandro Millán, Esthibaliz Rojas, Mario Del Rio, Ernesto Torres