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Loucura é Não Ser

Eruca Sativa

Locura Es No Ser

Me bajo me caigo
Y a veces me hago victima
De un juego de extraños
De reglas ya no se
Te miro, me abro
Y disfruto mi antojo
De verte algún día
Tan frágil como ayer

Razones sembraron la tierra
Del olvido y tus manos juntando
Las veo enriquecer
El tiempo es en vano
Lo eterno se hizo mío
Y te sigo esperando
Si decidís volver

Ah, ah, escapate y volvé
Ah, ah, escapate y volvé
Locura es no ser

Me hundo en el sueño
Y reanimo visiones
Te veo, me veo
Volamos sin querer

Un singular insano
Encuentro de palabras
Y siempre despierto
Y voy a enloquecer

Ah, ah, escapate y volvé
Ah, ah, escapate y volvé
Locura es no ser

Ah, ah, escapate y volvé
Ah, ah escapate y volvé
Locura es no ser

Loucura é Não Ser

Me desço, me caio
E às vezes me faço de vítima
De um jogo de estranhos
De regras que já não sei
Te olho, me abro
E aproveito meu desejo
De te ver algum dia
Tão frágil como ontem

Razões semearam a terra
Do esquecimento e suas mãos juntando
As vejo se enriquecer
O tempo é em vão
O eterno se tornou meu
E continuo te esperando
Se você decidir voltar

Ah, ah, se escapa e volta
Ah, ah, se escapa e volta
Loucura é não ser

Me afundo no sonho
E reanimo visões
Te vejo, me vejo
Voamos sem querer

Um singular insano
Encontro de palavras
E sempre acordado
E vou enlouquecer

Ah, ah, se escapa e volta
Ah, ah, se escapa e volta
Loucura é não ser

Ah, ah, se escapa e volta
Ah, ah, se escapa e volta
Loucura é não ser

Composição: Brenda Martin, Gabriel Pedernera, Luisina Bertoldi