Echoes Of Desolation Erudica
In the shadows of chaos, mankind's demise
The Cities crumble the skies ablaze
Echoes of suffering fill the poisoned air
Lost in the void, where darkness stays
Behold the end of
All we know
The seeds we sow
The death knell tolls
Ashes to ashes, dust to dust
In the ruins of man, where once we trust
Gates of oblivion swing wide open
Humanity's folly, forever unspoken
You forgot what you did
Embrace the damned created
Is not part of me
Echoes of suffering fill the poisoned air
Lost in the void, where darkness stays
Behold the end of all we know the seeds we sow
The death knell tolls
Ashes to ashes, dust to dust
In the ruins of man, where once we trust
Gates of oblivion swing wide open
Humanity's folly, forever unspoken
You forgot what you did
Embrace the damned created
Is not part of me
Yours
The final réquiem
Yours
We're shadows glam
Ecos da Desolação Erudita
Nas sombras do caos, a queda da humanidade
As cidades desmoronam, os céus em chamas
Ecos de sofrimento preenchem o ar envenenado
Perdido no vazio, onde a escuridão fica
Eis o fim de
Tudo que conhecemos
As sementes que plantamos
O sino da morte soa
Cinzas a cinzas, pó ao pó
Nas ruínas do homem, onde antes confiamos
As portas do esquecimento se abrem amplamente
A tolice da humanidade, para sempre não falada
Você esqueceu o que fez
Abrace os malditos criados
Não faz parte de mim
Ecos de sofrimento preenchem o ar envenenado
Perdido no vazio, onde a escuridão fica
Eis o fim de tudo que conhecemos, as sementes que plantamos
O sino da morte soa
Cinzas a cinzas, pó ao pó
Nas ruínas do homem, onde antes confiamos
As portas do esquecimento se abrem amplamente
A tolice da humanidade, para sempre não falada
Você esqueceu o que fez
Abrace os malditos criados
Não faz parte de mim
Teu
O réquiem final
Teu
Somos sombras glamourosas