Circle
I have a million questions. but no will to ask.
Through chaos. rationale speaks clearly.
Decay sets in amongst the fragments...
Such weight lies within knowledge.
Crippled by thought.
Eyes that see too much lose the will to see.
And the pain that spills from these walls.
Blasts through this withered body.
The circle has begun.
Time is not won.
Losing this battle to remain.
In this place.
I dare not dream.
For awakening the demons that will find me.
Blinded by madness.
Such endless probability.
And I must know every thing and every thought
And I must uncover all answers sought.
For sleep eludes when this frustration taunts.
And drives me to release.
Or travel towards end.
So dead inside.
And all but to live on.
Burning from within.
Maddened eyes.
Filled with boiling blood.
Sullen.
Grow sharper with the pain.
To rest now.
Until we meet again.
Círculo
Eu tenho um milhão de perguntas. mas nenhuma vontade de perguntar.
No meio do caos. a razão fala claramente.
A decadência se instala entre os fragmentos...
Um peso tão grande está dentro do conhecimento.
Paralisado pelo pensamento.
Olhos que veem demais perdem a vontade de ver.
E a dor que transborda dessas paredes.
Explode nesse corpo murchado.
O círculo começou.
O tempo não é ganho.
Perdendo essa batalha para permanecer.
Neste lugar.
Eu não me atrevo a sonhar.
Pois acordar os demônios que vão me encontrar.
Cego pela loucura.
Tal probabilidade sem fim.
E eu preciso saber tudo e cada pensamento
E eu preciso descobrir todas as respostas buscadas.
Pois o sono escapa quando essa frustração provoca.
E me leva a liberar.
Ou viajar em direção ao fim.
Tão morto por dentro.
E tudo menos viver.
Queimando de dentro pra fora.
Olhos enlouquecidos.
Cheios de sangue fervente.
Sombrios.
Ficam mais afiados com a dor.
Para descansar agora.
Até nos encontrarmos novamente.