Silence
I lift my head. but there is no reason to move.
Time.
Takes from us the years we build.
What can be lost within a day.
Words may pass.
Time has no mercy upon truth.
Crushing all in its path.
Reason is lost here.
Leaving us alone with the questions.
This bizarre metaphoric game.
Unravels like some predestined curse.
Each player sees the charade.
A hapless parade of what must be.
But still we play.
So many lines.
Entangled amongst frantic visions.
Cascade this horrific journey.
And where does this plane take us?
To escape?
To lose that which makes us ?
Emotion never dies.
It only becomes distant with time.
Memories fade, onward towards bitter end.
My head it aches.
As yet another day unfolds.
Faces of anger.
Ironed into my skin.
And to pass away, knowing only silence.
Silêncio
Eu levanto a cabeça, mas não há razão pra me mover.
O tempo.
Tira de nós os anos que construímos.
O que pode ser perdido em um dia.
As palavras podem passar.
O tempo não tem misericórdia com a verdade.
Destruindo tudo em seu caminho.
A razão se perde aqui.
Deixando-nos sozinhos com as perguntas.
Esse jogo metafórico bizarro.
Desenrola como uma maldição predestinada.
Cada jogador vê a farsa.
Um desfile desastroso do que deve ser.
Mas ainda assim jogamos.
Tantas linhas.
Emaranhadas entre visões frenéticas.
Cascata essa jornada horrível.
E para onde esse plano nos leva?
Para escapar?
Para perder aquilo que nos faz ser?
A emoção nunca morre.
Ela apenas se torna distante com o tempo.
As memórias se apagam, seguindo em direção ao fim amargo.
Minha cabeça dói.
Enquanto mais um dia se desenrola.
Rostos de raiva.
Gravados na minha pele.
E para partir, sabendo apenas o silêncio.