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Estação do Esquecimento

Estopa

Estación Del Olvido

Cuando mi alma se envenena
Cuando se oyen los latidos
Cuando se escuchan las penas
Cuando suena tanto ruido
De ir arrastrando nuestras cadenas
Encadenado al olvido en un castillo de arena

Descontando las horas
Que pasamos dormidos
La vida está en una pistola
Que se pasa como un tiro
Cuando el alma se enamora

La luna es mi castigo
El sol es mi bandera
Vivo en la estación del olvido
Que se llama primavera
Cuando estoy solo contigo

Cuando mi alma se envenena
Cuando se oyen los latidos
Cuando se escuchan las penas
Cuando suena tanto ruido
De ir arrastrando nuestras cadenas
Encadenado al olvido en un castillo de arena

Y en un castillo de arena
Donde me quedo dormido
Cuando baja la marea
Donde se encienden todos mis sentidos
Cuando se acaban las carreteras
Encadenado al olvido y en un castillo de arena

Voy buscando en las calles
Risas de contrabando
Me fijo en todos los detalles
Que no se me escape algo
Que me lleve a recordarte

La luna es mi castigo
El sol es mi bandera
Vivo en la estación del olvido
Que se llama primavera
Cuando estoy solo contigo

Cuando mi alma se envenena
Cuando se oyen los latidos
Cuando se escuchan las penas
Cuando suena tanto ruido
De ir arrastrando nuestras cadenas
Encadenado al olvido en un castillo de arena

Y en un castillo de arena
Donde me quedo dormido
Cuando baja la marea
Donde se encienden todos mis sentidos
Cuando se acaban las carreteras
Encadenado al olvido en un castillo de arena (2x)

Estação do Esquecimento

Quando minha alma se envenena
Quando se ouvem os batimentos
Quando se escutam as dores
Quando faz tanto barulho
De ir arrastando nossas correntes
Encadeado ao esquecimento em um castelo de areia

Contando as horas
Que passamos dormindo
A vida está em uma pistola
Que passa como um tiro
Quando a alma se apaixona

A lua é meu castigo
O sol é minha bandeira
Vivo na estação do esquecimento
Que se chama primavera
Quando estou só contigo

Quando minha alma se envenena
Quando se ouvem os batimentos
Quando se escutam as dores
Quando faz tanto barulho
De ir arrastando nossas correntes
Encadeado ao esquecimento em um castelo de areia

E em um castelo de areia
Onde fico adormecido
Quando a maré baixa
Onde se acendem todos os meus sentidos
Quando acabam as estradas
Encadeado ao esquecimento e em um castelo de areia

Vou buscando nas ruas
Risos de contrabando
Me atento a todos os detalhes
Pra não deixar escapar nada
Que me leve a te lembrar

A lua é meu castigo
O sol é minha bandeira
Vivo na estação do esquecimento
Que se chama primavera
Quando estou só contigo

Quando minha alma se envenena
Quando se ouvem os batimentos
Quando se escutam as dores
Quando faz tanto barulho
De ir arrastando nossas correntes
Encadeado ao esquecimento em um castelo de areia

E em um castelo de areia
Onde fico adormecido
Quando a maré baixa
Onde se acendem todos os meus sentidos
Quando acabam as estradas
Encadeado ao esquecimento em um castelo de areia (2x)

Composição: