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Falsidades Arcanas

Estrela

Arcane Fallacies

Swills of rogues into my frame
left me with one sin,
and rotting ankles to support these
plaintive calls to you.

Nebulous visions were played for me,
soundtracked in keys of cold.....
a nervous act is all i see.

With time away from thoughts that i know,
my sight won't be a way to notice what is real...
so lie to me.

Two hands eviscerating what gives life to these bones.
Nebulous visions were played for me,
soundtracked in keys of cold.....
a nervous act is all i see.

With time away from thoughts that i know,
my sight won't be a way to notice what is real...
so lie to me.
I've wondered why the clocks fear your name...

Will you wait with me before these shrill sounds
bombinate behind my eyes?
For this malignity will decimate.

Time bounds my spine to images on this course...
and now i find my arm above a sea of glass.
As life spills down my fingers,
i beg of you to take hold.
And she's so scared,
and i see it from the way her heart dropped to her knees.

I hear insects of carnal ways
delving deeper in me.
It's a cause for reproach
from this hoax
i call my name.

With time away from thoughts that i know,
my sight won't be a way to notice what is real...
so lie to me.
I've wondered why the clocks fear your name...
you wait for none.

Falsidades Arcanas

Trago de malandros na minha mente
me deixou com um pecado,
e torno podre pra sustentar esses
lamentos que faço pra você.

Visões nebulosas foram mostradas pra mim,
com trilha sonora em tons frios.....
um ato nervoso é tudo que vejo.

Com tempo longe dos pensamentos que conheço,
minha visão não será um jeito de notar o que é real...
então minta pra mim.

Duas mãos eviscerando o que dá vida a esses ossos.
Visões nebulosas foram mostradas pra mim,
com trilha sonora em tons frios.....
um ato nervoso é tudo que vejo.

Com tempo longe dos pensamentos que conheço,
minha visão não será um jeito de notar o que é real...
então minta pra mim.
Eu me pergunto por que os relógios temem seu nome...

Você vai esperar comigo antes desses sons agudos
zumbindo atrás dos meus olhos?
Pois essa malignidade vai dizimar.

O tempo amarra minha coluna a imagens nesse caminho...
e agora encontro meu braço acima de um mar de vidro.
Enquanto a vida escorre pelos meus dedos,
imploro pra você segurar.
E ela está tão assustada,
e eu vejo isso pelo jeito que o coração dela caiu de joelhos.

Eu ouço insetos de maneiras carnais
mergulhando mais fundo em mim.
É motivo de reprovação
dessa farsa
que chamo de meu nome.

Com tempo longe dos pensamentos que conheço,
minha visão não será um jeito de notar o que é real...
então minta pra mim.
Eu me pergunto por que os relógios temem seu nome...
você não espera por ninguém.

Composição: