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Drenando o Devedor

Estuary

Draining the Deptor

An emblem of sinister decay encumbers our primal glory
With dominance swelling amongst the olden reign
Prophecies of a neglected plague now in sight...
The branding of one and all...

Born to work the fields of progress, a gift passed down
Feeding with blood the growth of power with ankles bound
Forced to plant the barren seeds that overrun the knowledge tree
Gnawing on the hand that feeds and all its guise

Abiding by the molded form
Proclaims an eternal covenant
Our soul's essence to linger and remain spoken with virtue

Faith is hung upon your doorstep the crease unfurled
Portaying the colors of your neighbors who mold your world ?
Your own beliefs you will deny for safety from their judging eyes
Gnawing on the hand that feeds and all its guise

Dreams of fragile minds now embalmed with pouring lies...
All desires sacrificed !

Relinquished passions waver lifeless at each end
A breeding replica bears the silhouette of shame
And spreads its filth unknown to most...
With fear binding remorse

The word of god written by man
Tainted with sand and poisoned with blood

Drenando o Devedor

Um emblema de decadência sinistra pesa sobre nossa glória primal
Com a dominância crescendo entre o antigo reinado
Profecias de uma praga negligenciada agora à vista...
A marca de todos e de cada um...

Nascido para trabalhar nos campos do progresso, um presente herdado
Alimentando com sangue o crescimento do poder com os tornozelos amarrados
Forçado a plantar as sementes estéreis que invadem a árvore do conhecimento
Roendo a mão que alimenta e toda a sua aparência

Seguindo a forma moldada
Proclama um pacto eterno
A essência da nossa alma persiste e permanece falada com virtude

A fé está pendurada na sua porta, a dobra desfeita
Retratando as cores dos seus vizinhos que moldam seu mundo?
Suas próprias crenças você negará para se proteger dos olhares julgadores
Roendo a mão que alimenta e toda a sua aparência

Sonhos de mentes frágeis agora embalsamados com mentiras derramadas...
Todos os desejos sacrificados!

Paixões relinquidas vacilam sem vida em cada extremidade
Uma réplica reprodutora carrega a silhueta da vergonha
E espalha sua sujeira desconhecida para a maioria...
Com o medo amarrando o remorso

A palavra de Deus escrita por homens
Manchada com areia e envenenada com sangue