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Germinal

Etánisis

Germinal

Infinidad sin voz
Sin color y sin cuerpo
Gritos apagados que desgarran toda aquí
No tenemos tiempo de voltear a otro universo.

Diez mil alboradas que atestiguan anhelos
Jornadas inciertas que transcurren una y otra vez
Un errático fluir de fantasías rotas
Estamos dentro de una caja de cristal.

Somos los mensajeros que quieren llegar a su destino
Somos lo héroes que simulan los que caminan en el filo.

Noches sin tener alo de luz y crear estrellas en el polvo
Días sin tener rayo de luz y del polvo inventar el sol.

Encarnan las almas hacia un resplandor
Con el rostro frío por la luz que cala hondo
Sentir que los pulmones se revientan
Por el aire nuevo que recorre todo dentro.

Germinal

Infinidade sem voz
Sem cor e sem corpo
Gritos abafados que rasgam tudo aqui
Não temos tempo de olhar para outro universo.

Dez mil alboradas que testemunham anseios
Jornadas incertas que passam uma e outra vez
Um fluxo errático de fantasias quebradas
Estamos dentro de uma caixa de cristal.

Somos os mensageiros que querem chegar ao seu destino
Somos os heróis que simulam os que andam na corda bamba.

Noites sem ter um pingo de luz e criar estrelas no pó
Dias sem ter um raio de luz e do pó inventar o sol.

Encarnam as almas rumo a um brilho
Com o rosto frio pela luz que penetra fundo
Sentir que os pulmões estão prestes a estourar
Pelo ar novo que percorre tudo por dentro.

Composição: