El Calvario de Laetitia
Soy un Dios que castiga con miedo
y que tortura por placer.
Capturo otra presa,
disfruto sus gritos
Alabanzas a mi poder.
Nunca podrás escaparte
Saldrás de aquí cuando yo lo quiera
Y si quiero, harás lo que te diga
Escucharás mi voz, siempre.
Encerrada en un cuarto sin luz,
durmiendo en el piso
Deseo de esta niña
la ofrenda virginal
de su primera sangre.
Obras de una mente enferma,
otro escenario
Obras de una mente enferma
Otro escenario, misma rutina.
O Calvário de Laetitia
Sou um Deus que castiga com medo
E que tortura por prazer.
Capturo mais uma presa,
Desfruto dos seus gritos
Louvores ao meu poder.
Nunca vai conseguir escapar
Você sai daqui quando eu quiser
E se eu quiser, fará o que eu mandar
Vai ouvir minha voz, sempre.
Fechada em um quarto sem luz,
dormindo no chão
Desejo dessa menina
A oferta virginal
De seu primeiro sangue.
Obras de uma mente doente,
outro cenário
Obras de uma mente doente
Outro cenário, mesma rotina.