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Vênus e Adonis

Ethereal Pandemonium

Venus Et Adonis

Venus et Adonis heri vesperi ferociter pugnabant et semper hominum cogitationis vincetur, cave!

Nemesisis vindicta!

Venus et Adonis heri vesperi ferociter pugnabuntur et...

Adonis... Adonis!
In tenebrae... In tenebrae!
Venus is crying damned by the past and the blind
Stultitia... Stultitia!
Adonidis... Adonidis!
Though the mankind is blind I shall never see the black and the dark

Lux et Tenebris...

This is the requiem for the mankind tossing in the basement...
When the scars of the past are stronger than Atlas.
You cannot die, oh Venus, open your embrace, touch me,
Dance with me the waltz of the hopelessness...

Vae Victis!

From the throne of the eternity
I saw the memorial fo the damned
No penance for Venus, no pity for them
Die in disgrace! Poor human race!

Venus et Adonis heri vesperi ferociter pugnabant et semper hominum cogitationis vincetur, cave!

So die...
Red Orchidea...
Although you were in bloom...
The sin of the crestfallen...
And graveyard of the damned...
You can see...
Again...
Die, oh, die...
Let us suffer, Lord...
And what about the life?
Vanity Divine!
What if idea will change the existence?
Canta, Venus! De metu mortis! De spe! De vita beata!

Damnata sum, laesa eram, opus dei immutavi,
Nefaria, impia sum, malum operis de vidi,
Militis paucoris Dominacionis,
Spem omnem serví malí necabant, oh adonis

Vênus e Adonis

Vênus e Adonis ontem à noite lutavam ferozmente e sempre a mente dos homens será vencida, cuidado!

A vingança de Nêmesis!

Vênus e Adonis ontem à noite serão ferozmente lutados e...

Adonis... Adonis!
Nas trevas... Nas trevas!
Vênus chora maldita pelo passado e pelo cego
Estultícia... Estultícia!
Adonidis... Adonidis!
Embora a humanidade seja cega, eu nunca verei o preto e o escuro

Luz e Trevas...

Este é o réquiem para a humanidade se debatendo no porão...
Quando as cicatrizes do passado são mais fortes que Atlas.
Você não pode morrer, oh Vênus, abra seu abraço, toque-me,
Dance comigo a valsa da desesperança...

Ai dos vencidos!

Do trono da eternidade
Eu vi o memorial dos condenados
Sem penitência para Vênus, sem pena por eles
Morra na desgraça! Pobre raça humana!

Vênus e Adonis ontem à noite lutavam ferozmente e sempre a mente dos homens será vencida, cuidado!

Então morra...
Orquídea Vermelha...
Embora você estivesse em flor...
O pecado dos desanimados...
E o cemitério dos condenados...
Você pode ver...
Novamente...
Morra, oh, morra...
Deixe-nos sofrer, Senhor...
E quanto à vida?
Vaidade Divina!
E se a ideia mudar a existência?
Cante, Vênus! Do medo da morte! Da esperança! Da vida abençoada!

Maldita sou, ferida estava, obra de Deus mudei,
Nefária, ímpia sou, o mal da obra vi,
Militante de poucos da Dominação,
Toda esperança servil matava, oh Adonis.

Composição: