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Que Não Deixe Marca (ronco Em Concerto) (com Julio Esteban)

Eugenio Derbez

Que No Se Haga Huella (ronco En Concierto) (con Julio Esteban)

Esta carita que traigo amigos
Es nadamás de dolor
Es que comí pozole, amigos
Discúlpenme por favor

-Mira camas compe
Trais la barriga bien inflamada
-Si, de tanto tragar
Me siento bien mal
¿Tú crees que tenga lombrices?
-No, yo más bien creo que vas a tener perritos
Ve nomás el tamaño de tu vientre
-Ay, ay, ay ya me pisaste
Hazte pa' ya

Traigo en la panza un recargo
Que no puedo contener
Estuve en el baño tanto y tanto
Que hasta se me echó a perder

Y ahora tengo que limpiarlo muy bien
Y con estropajo tallarle bien
Y de aquella mancha que se quedó
Que no quede nada

Que no quede huella que no y que no
Que no quede huella
Porque estoy seguro que si las ves
Tú me la recuerdas

Que no quede huella que no y que no
Que no quede huella
Necesito algo más que jabón
Para removerla

Que no quede huella de mí
Ni del pozole que comí
Yo ya nunca vuelvo a dejar el baño
Como lo dejé

-Ay, ay horita vengo
-A onde vas compe?
Oiga Julio Esteban
-Dime animalito de la creación
-Onde va Lupe
-Va a tirar todo, todo, todo lo que le sobra
-Ah, ya regrese
-Y que pasó?
-Es que me tapé
-Del estomago?
-No de la pena
Es que el garbanzo es rete escandaloso

Pasan y pasan días amigos
La mancha no se quitó
Y es que el garbanzo blanco amigos
Tremenda huella dejó

Y es que a lo mejor no supe tallar
La que limpia siempre es mi mujer
Pero desde que todo esto empezó
Solo se hizo tonta

Que no se haga huella que no y que no
Que no se haga huella
Yo ya estoy cansado que sea yo
El que le haga todo

Que no se haga huella que no y que no
Que no se haga huella
Porque estoy seguro que aquel manchón
Ella si lo saca

Que no se haga huella que no y que no

Que Não Deixe Marca (ronco Em Concerto) (com Julio Esteban)

Essa carinha que eu trago, amigos
É só dor
É que comi pozole, amigos
Desculpem-me, por favor

-Mira, camarada
Você tá com a barriga bem inchada
-Sim, de tanto comer
Tô me sentindo muito mal
Você acha que eu tenho lombriga?
-Não, eu acho que você vai ter filhotes
Olha só o tamanho da sua barriga
-Ai, ai, ai, você já me pisou
Sai pra lá

Tô com um peso na barriga
Que não consigo segurar
Fiquei tanto tempo no banheiro
Que até estragou

E agora tenho que limpar bem
E esfregar com esponja
E daquela mancha que ficou
Que não fique nada

Que não fique marca, que não e que não
Que não fique marca
Porque tenho certeza que se você ver
Você vai me lembrar

Que não fique marca, que não e que não
Que não fique marca
Preciso de algo mais que sabão
Pra remover isso

Que não fique marca de mim
Nem do pozole que comi
Nunca mais vou deixar o banheiro
Como deixei

-Ai, ai, já volto
-A onde você vai, camarada?
Oi, Julio Esteban
-Diga, animal da criação
-Onde vai Lupe?
-Vai jogar fora tudo, tudo, tudo que sobrou
-Ah, já voltei
-E aí, o que aconteceu?
-É que eu me entupi
-Do estômago?
-Não, de vergonha
É que o grão-de-bico é muito escandaloso

Passam e passam dias, amigos
A mancha não saiu
E é que o grão-de-bico branco, amigos
Deixou uma marca tremenda

E é que talvez eu não soube esfregar
Quem limpa sempre é minha mulher
Mas desde que tudo isso começou
Ela só ficou boba

Que não se faça marca, que não e que não
Que não se faça marca
Já estou cansado de ser eu
Quem faz tudo

Que não se faça marca, que não e que não
Que não se faça marca
Porque tenho certeza que aquela mancha
Ela tira sim

Que não se faça marca, que não e que não

Composição: