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Através dos Olhos de um Cadáver

Exhumed

Through Cadaver Eyes

I see the world through cadaver eyes
Sickened by the sight of all that I despise
Rotting mass devoured by maggots and flies
A ghoulish feast upon the necrotized
I see the world through cadaver eyes
A sucking grave from which nothing will rise
Too late we've just begun to realize
All that we touch, we cause to rot and die
The ichor in which we're immured
Clotted, purulent, and impure
Infected well past any hope of cure
This is the world that I see
Decaying for the feasts of parasites
The human wreckage whets their appetites
In the polluted carnage they delight
Our flesh their fetid fantasy
Their fetid fantasy
Through cadaver eyes - the shroud torn back
To view the carnage at which we hack - bleeding black
Through cadaver eyes - see only death
The putrid truth of what is left - rotten flesh
Inhale the crematory's noxious reek
Savor the stench of a world deceased
The taste of slaughter that our palettes seek
To dull the buzzing in our brains
Taste the blight fester within your flesh
With every mouthful that you gasp for breath
Revolted by this wretched world grotesque
And every horror it contains
Every horror it contains
Through cadaver eyes - the shroud torn back
To view the carnage at which we hack - bleeding black
Through cadaver eyes - see only death
The putrid truth of what is left - rotten flesh
Lead- Matt
Lead- Wes
Through cadaver eyes - the shroud torn back
To view the carnage at which we hack - bleeding black
Through cadaver eyes - see only death
The putrid truth of what is left - rotten flesh
All the world is a cadaver's eye
We crawl like maggots from beneath its stye
Engorged we consume, to be consumed in time
A noisome plague in both death and life

Através dos Olhos de um Cadáver

Eu vejo o mundo através dos olhos de um cadáver
Enojado pela visão de tudo que eu desprezo
Massa podre devorada por larvas e moscas
Um banquete macabro sobre o que está necrosado
Eu vejo o mundo através dos olhos de um cadáver
Uma cova sugadora da qual nada vai ressurgir
Tarde demais, acabamos de perceber
Tudo que tocamos, fazemos apodrecer e morrer
O ichor em que estamos imersos
Coagulado, purulento e impuro
Infectado além de qualquer esperança de cura
Este é o mundo que eu vejo
Apodrecendo para os banquetes dos parasitas
Os destroços humanos aguçam seus apetites
Na carnificina poluída eles se deliciam
Nossa carne, sua fantasia fétida
Sua fantasia fétida
Através dos olhos de um cadáver - o manto rasgado
Para ver a carnificina que nós cortamos - sangrando preto
Através dos olhos de um cadáver - vejo apenas a morte
A verdade putrefata do que sobrou - carne podre
Inale o fedor nocivo do crematório
Saboreie o cheiro de um mundo falecido
O gosto do massacre que nossos paladares buscam
Para entorpecer o zumbido em nossos cérebros
Prove a praga que se alastra dentro da sua carne
A cada garfada que você respira
Revoltado por este mundo miserável e grotesco
E cada horror que ele contém
Cada horror que ele contém
Através dos olhos de um cadáver - o manto rasgado
Para ver a carnificina que nós cortamos - sangrando preto
Através dos olhos de um cadáver - vejo apenas a morte
A verdade putrefata do que sobrou - carne podre
Lead- Matt
Lead- Wes
Através dos olhos de um cadáver - o manto rasgado
Para ver a carnificina que nós cortamos - sangrando preto
Através dos olhos de um cadáver - vejo apenas a morte
A verdade putrefata do que sobrou - carne podre
Todo o mundo é o olho de um cadáver
Nós rastejamos como larvas debaixo de seu chiqueiro
Engordados, consumimos, para sermos consumidos com o tempo
Uma praga nociva tanto na morte quanto na vida

Composição: Exhumed / Matt Harvey