395px

Desgostoso

Exhumed

Disgusted

Morbidly transfixed
With all that makes me sick
A consciousness cleft betwixt
Sanity and something worse
With each thought perplexed
By this mephitic hex
So virulently vexed
A brain about to burst

No longer fantasies
Manifesting by degrees
Tenebrous tendencies
I now perceive

Disgusted
Engulfed in the unclean
Disgusted
Inundated by thoughts obscene
Repulsed and fascinated
Enthralled and nauseatеd
Disgusted

With each passing hour
My waking dreams dеvoured
Quivering, my conscience cowers
From this thing that I've become
Slashing through my eager mind
Fantasies I'd feared to find
Learning that I'm so inclined
To let my empathy grow numb

And so I take this blade
My choice now clearly made
But once the violence fades
A dread pervades

Disgusted
Engulfed in the unclean
Disgusted
Inundated by thoughts obscene
Repulsed and fascinated
Enthralled and nauseated
Disgusted

Repugnant, repulsive epiphany
What the mirror reflects back at me
A putrid portrait of lunacy
Derangement taken hold utterly
Viscera lay scattered
Ichor want only spattered
Sanity at last shatters
Flesh left in tatters

Wretched, wrenching, retching stench
Clutching at clarity no longer entrenched
In someone else's blood I am drenched
A grisly, gore-soaked, gratuitous gut-wrench
Cranium pulped and pulverized
Gray matter bruised and brutalized
No nose, no face, no mouth, no eyes
Disgusting dreams now realized

Death courses through blackened veins
Another life so cruelly slain
As they endeavor to explain
The depths of my depravity
Now madness I embrace
Leaving the world to face
The disgust I felt replaced
With a numb tranquility
The abhorrence I impart
Within the bowels of the torn apart
Makes you so sick at heart
Behold my art and be

Disgusted
Engulfed in the unclean
Disgusted
Inundated by thoughts obscene
Repulsed and fascinated
Enthralled and nauseated
Disgusted

Desgostoso

Morbidamente paralisado
Com tudo que me dá nojo
Uma consciência dividida entre
Sanidade e algo pior
Com cada pensamento perplexo
Por esse feitiço mefítico
Tão virulentamente irritado
Um cérebro prestes a explodir

Não mais fantasias
Manifestando-se aos poucos
Tendências tenebrosas
Agora percebo

Desgostoso
Engolido pelo imundo
Desgostoso
Inundado por pensamentos obscenos
Repulsado e fascinado
Cativado e enjoado
Desgostoso

A cada hora que passa
Meus sonhos acordados devorados
Tremendo, minha consciência se encolhe
Diante dessa coisa que me tornei
Cortando minha mente ansiosa
Fantasias que temia encontrar
Aprendendo que estou tão inclinado
A deixar minha empatia adormecer

E assim eu pego essa lâmina
Minha escolha agora claramente feita
Mas uma vez que a violência se esvai
Um medo se espalha

Desgostoso
Engolido pelo imundo
Desgostoso
Inundado por pensamentos obscenos
Repulsado e fascinado
Cativado e enjoado
Desgostoso

Epifania repugnante e repulsiva
O que o espelho reflete de volta em mim
Um retrato putrificado de lunaticidade
Desvario tomando conta completamente
Viscera espalhadas
Icor quer apenas respingar
A sanidade finalmente se despedaça
Carne deixada em pedaços

Miserável, retorcido, fétido odor
Apertando a clareza que não está mais entrincheirada
No sangue de outra pessoa estou ensopado
Um vívido, ensanguentado, gratuito sofrimento
Cranio amassado e pulverizado
Massa cinzenta machucada e brutalizada
Sem nariz, sem rosto, sem boca, sem olhos
Sonhos nojentos agora realizados

A morte percorre veias enegrecidas
Outra vida tão cruelmente assassinada
Enquanto tentam explicar
As profundezas da minha depravação
Agora a loucura eu abraço
Deixando o mundo enfrentar
O desgosto que senti substituído
Por uma tranquilidade entorpecida
A aversão que eu transmito
Dentro das entranhas do despedaçado
Te faz sentir tão mal no coração
Contemple minha arte e fique

Desgostoso
Engolido pelo imundo
Desgostoso
Inundado por pensamentos obscenos
Repulsado e fascinado
Cativado e enjoado
Desgostoso