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Abuso Infantil

Extreme Violence

Child Molesting

Grind all minor life, spoil these spotless souls
Bent on your knees, enjoy the grandeur of loss

Feel the chains of occupancy, you're votary to your God
Fucking this impudent puberty, child molesting.

Dyers weed now feel your eyes
Unebutrolled bleeding, scald all the new-born.

A fulcrum of lever less, scald all the new-born
Unebutrolled bleeding, child molesting.

Smile upon opened chests, dance upon screams and cries
Divine homocide, leppers that shouldn't exist.

You pay for your contumancy, I'll fence your mouth with eels.

Soon you'll be forgotten, repose before final subversion.
I'll reform disorder, obligatory recreation.

Innocent glances and sinless bodies
Provoke your voluptuous mind
Speaking straight to your cock
Their sweet skin replaces your rippled one.

Little hands cut, still offer you pleasure
Removed eyeballs, always stare on you.

Grind all minor life, spoil these spotless souls
Bent on your knees, enjoy the grandeur of loss.

Abominations eternally decorate your empty place
Tight assholes fucked only from their own shit.

Time to taste your huge cock
Their miserable life will never live
Gutter soul, child molesting.

Abuso Infantil

Destrua toda vida menor, estrague essas almas imaculadas
De joelhos, aproveite a grandeza da perda

Sinta as correntes da ocupação, você é devoto do seu Deus
Fodendo essa puberdade impertinente, abuso infantil.

Erva-daninha agora sinta seus olhos
Sangrando sem controle, queime todos os recém-nascidos.

Um ponto de apoio sem alavanca, queime todos os recém-nascidos
Sangrando sem controle, abuso infantil.

Sorria sobre peitos abertos, dance sobre gritos e choros
Homicídio divino, leprosos que não deveriam existir.

Você paga pela sua contumácia, vou cercar sua boca com enguias.

Logo você será esquecido, descanse antes da subversão final.
Vou reformar a desordem, recreação obrigatória.

Olhares inocentes e corpos sem pecado
Provocam sua mente voluptuosa
Falando direto pro seu pau
A pele doce deles substitui a sua cheia de rugas.

Mãos pequenas cortadas, ainda te oferecem prazer
Olhos removidos, sempre te observam.

Destrua toda vida menor, estrague essas almas imaculadas
De joelhos, aproveite a grandeza da perda.

Abominações eternamente decoram seu lugar vazio
Culos apertados fodidos só pela própria merda.

Hora de provar seu enorme pau
A vida miserável deles nunca vai viver
Alma de esgoto, abuso infantil.

Composição: