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Como um Anjo

Fabrizio Casalino

Come un Angelo

Certe volte sto male, ma male male male...
allora prendo il telefono e ti devo chiamare
perché devo parlarti anche se non voglio
anche se in fondo mi accorgo che é solo il prossimo sbaglio

E non lo so perché butto via le lettere
ma si bruciano da sole mentre scrivo le parole
non lo so cos'é, ma lo sento esplodere
come un grido che ti chiama fino in fondo, fino al cuore

Con un tarlo nella mente che non parla, che non sente
che ogni volta é piú arrogante non si fermerá
E taglia, taglia peggio di un rasoio
una lacrima nel buio non ho storia nel futuro
sono ancora qua...

Certe volte sto male, ma male male male...
e sono talmente a pezzi che vorrei solo dormire
ma riesco a toccarti anche con il pensiero
e da non so quanti notti ho un'abitudine al nero

E dimmi tu perché butto vía le lettere
ma si bruciano da sole mentre scrivo le parole
non lo so cos'é, ma lo sento esplodere
come un grido che ti chiama fino in fondo, fino al cuore

Con un tarlo nella mente che non parla, che non sente
che ogni volta é piú arrogante non si fermerá
E taglia, taglia peggio di un rasoio
una lacrima nel buio non ho storia nel futuro
sono ancora qua... eeeeeh dá,

Se bastasse tutto il tempo
se bastasse la distanza
ora non starei morendo
chiuso in fondo ad una stanza

E se bastassero gli amici
se bastasse uscire fuori
troverei un altra donna
che non abbia i tuoi colori... e invence no,

Sono libero, chiuso dentro la tua assenza...
e voleró come un angelo, verso un'altra notte immensa...
Sí, libero...sono libero...chiuso dentro la tua assenza...
e voleró come un angelo verso en'altra notte immensa...
sono libero...

certe volte sto male...

Como um Anjo

Às vezes eu tô mal, mas mal mal mal...
Então pego o telefone e preciso te chamar
Porque eu preciso falar com você, mesmo sem querer
Mesmo que no fundo eu perceba que é só mais um erro

E não sei por que jogo fora as cartas
Mas elas queimam sozinhas enquanto escrevo as palavras
Não sei o que é, mas sinto explodir
Como um grito que te chama até o fundo, até o coração

Com uma larva na mente que não fala, que não sente
Que a cada vez é mais arrogante, não vai parar
E corta, corta pior que uma lâmina
Uma lágrima no escuro, não tenho história no futuro
Ainda tô aqui...

Às vezes eu tô mal, mas mal mal mal...
E tô tão despedaçado que só queria dormir
Mas consigo te tocar até com o pensamento
E há não sei quantas noites eu tenho uma rotina no escuro

E me diz por que eu jogo fora as cartas
Mas elas queimam sozinhas enquanto escrevo as palavras
Não sei o que é, mas sinto explodir
Como um grito que te chama até o fundo, até o coração

Com uma larva na mente que não fala, que não sente
Que a cada vez é mais arrogante, não vai parar
E corta, corta pior que uma lâmina
Uma lágrima no escuro, não tenho história no futuro
Ainda tô aqui... eeeeeh dá,

Se bastasse todo o tempo
Se bastasse a distância
Agora eu não estaria morrendo
Fechado no fundo de um quarto

E se bastassem os amigos
Se bastasse sair pra fora
Eu encontraria outra mulher
Que não tivesse as suas cores... e, ao invés, não,

Estou livre, preso na sua ausência...
E vou voar como um anjo, em direção a outra noite imensa...
Sim, livre... estou livre... preso na sua ausência...
E vou voar como um anjo em direção a outra noite imensa...
Estou livre...

Às vezes eu tô mal...

Composição: Fabrizio Casalino