Seduto a guardare
Tu non hai tu non hai
qualcosa da dire
tu non trovi le parole
ma col silenzio sai ferire
tu rimani tu rimani
seduto a guardare
non importa quanto è grande la tua penna
ma come scrivi il tuo nome
e poi le paure confondono
se i sogni che fai non si avverano
e tutti i pensieri rimangono dentro dentro
Tu non hai tu non hai
qualcosa da fare
scappi sempre scappi sempre
e dopo vuoi ritornare
tu rimani tu rimani
seduto a guardare
ma chi non scrive la sua storia
non può decidere il finale
e poi le paure confondono
se i sogni che fai non si avverano
e tutti i pensieri rimangono dentro dentro
e se le ragioni non cambiano
i passi che fai si cancellano
e tutti i pensieri rimangono dentro dentro
e se la ragioni non cambiano
i passi che fai si cancellano
e tutti i pensieri rimangono dentro dentro
Sentado a observar
Tu não tem, tu não tem
nada pra dizer
você não encontra as palavras
mas com o silêncio sabe ferir
você fica, você fica
sentado a observar
não importa o quão grande é a sua caneta
mas como escreve seu nome
e então os medos confundem
se os sonhos que você tem não se realizam
e todos os pensamentos ficam dentro, dentro
Tu não tem, tu não tem
nada pra fazer
você sempre foge, sempre foge
e depois quer voltar
você fica, você fica
sentado a observar
mas quem não escreve sua história
não pode decidir o final
e então os medos confundem
se os sonhos que você tem não se realizam
e todos os pensamentos ficam dentro, dentro
e se as razões não mudam
os passos que você dá se apagam
e todos os pensamentos ficam dentro, dentro
e se as razões não mudam
os passos que você dá se apagam
e todos os pensamentos ficam dentro, dentro
Composição: Fabrizio Moro